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02/dez/2021

Você sabe o que é concierge?
Concierge é um profissional que está pronto para atender as mais diversas demandas de um cliente. Facilitando sua vida e tornando sua experiência mais agradável.

A GEMA HEALTHCARE trouxe para o Brasil o serviço de Gestão de Concierge. Esse serviço faz com que o cliente possa ficar tranquilo em todos os estágios de seu tratamento médico. Desde o agendamento de passagens e hospedagem até as mais complexas cirurgias. Passando por consultas médicas e exames laboratoriais. Um diagnóstico sério de saúde precisa de cuidados especiais.

O concierge especializado em saúde auxilia na busca pelos melhores médicos especialistas, hospitais e laboratórios. Ou seja, assiste o paciente durante todo o processo de seu tratamento. O trabalho realizado por profissionais de conciergeria em saúde proporciona conforto e comodidade. Os concierges resolvem as burocracias para que o paciente possa concentrar seu tempo e energia com aquilo que é realmente importante, sua saúde.

 


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23/nov/2021

Seja uma recomendação de cirurgia, um diagnóstico de câncer ou a suspeita de uma doença rara, há muitos benefícios em pedir uma segunda opinião médica.

As pessoas cometem erros todos os dias é importante lembrarmos que os médicos não estão imunes a esse fato. Além disso, alguns médicos são mais conservadores, enquanto outros tendem a ser mais agressivos em seus diagnósticos. Portanto, suas descobertas e recomendações podem variar drasticamente. Por esse motivo, cada vez mais pacientes estão buscando segundas opiniões ao receberem um diagnóstico.

Seja uma recomendação de cirurgia, um diagnóstico de câncer ou a suspeita de uma doença rara, há muitos benefícios em pedir uma segunda opinião médica. Esses benefícios incluem tudo, desde tranquilidade e confirmação, até um novo diagnóstico ou um plano de tratamento diferente.

Mesmo que a segunda opinião apenas confirme o que você já sabe, ela ainda pode ser benéfica, pois você terá certeza de que fez tudo o que pode para garantir o diagnóstico correto e um plano de tratamento adequado para o seu caso. Uma segunda opinião também pode oferecer informações sobre opções adicionais de tratamento que o primeiro médico pode não ter mencionado. Como resultado, você se torna mais informado sobre o que está disponível para você e pode tomar uma decisão mais assertiva sobre algo de suma importância para a sua vida: a sua saúde.

Quando você deve pedir uma segunda opinião médica?

De acordo com a Resolução CONSU nº 8 e o Código de Ética Médica, as fontes pagadoras, tanto públicas quanto privadas, podem solicitar a segunda opinião, trabalhando com sistemas de auditorias eficientes quando em suspeita de exageros e indicações inadequadas de procedimentos.

O parecer nº 114073 do Cremesp relata que o mecanismo da segunda opinião médica é usual em todo mundo e não é antiética. No Brasil, ainda existe um pouco de preconceito em relação a isso, enquanto em outros países trata-se de algo absolutamente normal. Alguns médicos ainda se sentem ofendidos, acreditando tratar-se de uma desconfiança do paciente.

Mas lembre-se de que você não precisa de justificativa para pedir uma segunda opinião, pois há momentos em que esta pode ser sua melhor decisão.

Além do mais, se os dois médicos com quem você se consultou discordam muito, então pode ser uma boa ideia pedir uma terceira opinião. Tenha em mente também que a segunda opinião não é necessariamente a opinião correta. A chave é continuar buscando até que o diagnóstico e o tratamento façam sentido para você.

Mas para te ajudar, a seguir listamos cinco razões pelas quais você deveria pedir uma segunda opinião médica.

Peça uma segunda opinião se tiver passado por tratamento, mas seus sintomas continuarem.

Ninguém conhece o seu corpo melhor do que você. E se os seus sintomas persistirem mesmo após o tratamento indicado, pode ser hora de procurar o conselho de diferentes médicos e especialistas. Na maioria das vezes, as pessoas lutam por si mesmas. Em vez disso, eles presumem que terão que viver com a dor crônica ou sensações desconfortáveis. Mas lembre-se, a única maneira de você obter um tratamento que funciona é obtendo o diagnóstico correto. Então, se você não está se sentindo melhor e seus sintomas não desaparecem, não se contente com isso. Entre em contato com outros médicos.

Peça uma segunda opinião se for diagnosticado com uma doença rara

Às vezes, as doenças são tão raras que há muito pouca pesquisa sobre elas. Quando isso acontece, pode ser frustrante e assustador descobrir que você foi diagnosticado com algo tão raro. Mas você não está sozinho. Muitas outras pessoas também foram diagnosticadas com este tipo de doença. E pelo fato de haver tão pouca informação disponível sobre essas doenças e distúrbios, é importante fazer sua pesquisa, porque os riscos de erros do diagnóstico são significativos. Procure por médicos e especialistas que já trataram de pacientes com seu distúrbio e obtenha a opinião deles. Você precisa ter certeza de que está recebendo o melhor tratamento possível para sua doença.

Peça uma segunda opinião se o tratamento recomendado é arriscado, envolve cirurgia, é invasivo ou tem consequências ao longo da vida

Nunca é aconselhável concordar com a cirurgia ou outro procedimento invasivo sem explorar suas opções. No entanto, algumas pessoas acham que, se um médico sugere um procedimento, elas precisam concordar com isso de imediato. Mas lembre-se, é o seu corpo e a sua vida que estão em jogo. Você tem absolutamente todo o direito de dizer com quais tratamentos concorda. Como resultado, pode ser aconselhável pedir uma segunda opinião se o seu médico estiver recomendando algo tão sério quanto a cirurgia. Ser proativo e coletar mais informações lhe dará um maior grau de controle sobre o seu tratamento.

Peça uma segunda opinião se for diagnosticado com câncer

Com algo tão sério quanto o câncer, ter a opinião de outro especialista faz todo o sentido. Não só o diagnóstico de câncer pode ser confuso e avassalador, mas também é um evento que muda a vida. Portanto, é importante estar o mais informado possível sobre o seu prognóstico e as possíveis opções de tratamento disponíveis. Tenha em mente que nenhum médico está completamente informado sobre os resultados de cada estudo e ensaio clínico no país. Os médicos são humanos. É por isso que você precisa se precaver. Obter opiniões adicionais apenas melhora a probabilidade de que você vai sair com o melhor plano de tratamento possível.

Peça uma segunda opinião se a sua intuição lhe disser que algo está errado

Se por qualquer razão você não estiver confortável com o diagnóstico ou o tratamento recomendado, peça uma segunda opinião. Você nunca deve concordar com um procedimento ou plano de tratamento quando não se sentir bem com isso. Confie no seu instinto e busque mais informações. Faça perguntas, fale com amigos, procure outro médico. E leia sobre sua condição. Ninguém deve sentir que precisa seguir as ordens do médico sem fazer perguntas e coletar mais informações. Pouquíssimas decisões devem tomadas imediatamente no consultório. Portanto, se algo não lhe parece certo, investigue sua situação e converse com outro médico.

Lembre-se, você não está sendo teimoso e nem está negando a sua situação ao solicitar uma segunda opinião médica. Você está sendo inteligente e cauteloso. Hoje já existem empresas especializadas em segunda opinião médica, que te conectam aos melhores especialistas de todo o mundo, que analisam seu caso e te entregam um relatório completo, sem que você tenha que se deslocar.

Você deve sempre ter um papel ativo em seus cuidados com a saúde, e pedir uma segunda opinião é parte importante desse processo. Portanto, seja honesto com seu médico sobre seu desejo de buscar mais informações. E se ele não te apoiar ou te desencorajar, pode ser hora realmente de buscar um novo profissional.


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14/nov/2021

Na atual situação que vivemos, muitas pessoas acreditam que a sua saúde mental está em risco. Isso porque encontramos alguns desafios em nosso cotidiano causados pelas mudanças devido ao coronavírus.

Além das obrigações rotineiras, há também uma gigantesca carga de informações, muitas vezes conflituosas e desgastantes, dos meios de comunicação, redes sociais etc…

Mesmo em casa não conseguimos descansar a mente completamente. Ela está sempre trabalhando, absorvendo informação e nos forçando a tirar conclusões sobre assuntos que não temos um profundo conhecimento.

Fazer uma pausa e respirar fundo em meio ao caos é importante. Quando não desaceleramos, danificamos a nossa saúde mental.

As pessoas tendem a não prestar atenção nisso porque mesmo quando cultivamos hábitos danosos conseguimos funcionar por um tempo. Porém, ainda não conseguimos desacelerar por nós mesmos.

Mas então como cuidar da saúde mental?

Alguns hábitos podem te ajudar a manter o psicológico saudável.

  • Não passe muito tempo nas redes sociais.
  • Pratique exercícios físicos regularmente.
  • Se afaste de pessoas com pensamentos ruins.
  • Se preocupe mais com você e tente meditar ao menos uma vez ao dia.
    Com esses simples hábitos a sua saúde mental se manterá equilibrada.

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07/nov/2021

Ainda é grande o número de pessoas que vivem na dúvida de como identificar e, também, diferenciar o autismo e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) – e já adiantamos que são, sim, dois transtornos diferentes.

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento comum e diagnosticado mais frequentemente em crianças. Ele é caracterizado pela falta de atenção, por hiperatividade e impulsividade. A idade para o diagnóstico de TDAH geralmente é em torno dos 7 anos. É muito comum também que, no estágio inicial, o TDAH e o TEA (Transtorno do Espectro Autista) sejam confundidos um com o outro.

Isto ocorre porque os sintomas são muito parecidos: problemas para se comunicar e se concentrar, além de ambos afetarem o comportamento, o aprendizado e a socialização. E muitas vezes pode ser realmente difícil enxergar a diferença entre os dois.

O transtorno do espectro autista (TEA) pode variar em gravidade e sintoma. E é bem comum encontrar sinais de TDAH na maior parte das pessoas com TEA. O fato é que apesar de serem parecidos são transtornos distintos.

Qual a diferença entre TDAH e TEA?

Entre as principais diferenças entre a hiperatividade e o autismo, podemos destacar as seguintes:

TEA (Autismo)

1) Problemas de comunicação e interação social

2) Comportamentos restritos e repetitivos

3) Dificuldade de processar e interagir com o mundo (comunicar, formar relacionamentos, explorar, brincar e aprender)

DAH (Hiperatividade)

1) Desatenção

2) Hiperatividade e impulsividade

3) Dificuldade de acompanhar e manter um foco (prestar atenção aos detalhes, organizar tarefas, manter-se quieto e imóvel)

Uma das causas de confusão entre esses transtornos é que os sintomas de TDAH e TEA podem ocorrer ao mesmo tempo. E às vezes o médico pode apontar para apenas um dos distúrbios na criança. Nestes casos, estudos apontam como causa genética a mesma pessoa ter os dois distúrbios. Ainda há estudos e pesquisas sobre o tema para entender a complexidade e a conexão entre o TDAH e o TEA.

Até alguns anos atrás não era possível diagnosticar o TEA em uma criança com TDAH ou vice-versa, mas as pesquisas mais recentes estão mostrando que cada vez mais crianças estão apresentando ambos os distúrbios e que podem compartilhar o mesmo gene raro, sugerindo que médicos testem crianças com TEA para TDAH no momento do primeiro diagnóstico, e vice-versa.

Diagnóstico assertivo

O primeiro passo para ajudar a criança é, sem dúvida, o tratamento adequado de acordo com um diagnóstico correto. Quanto mais cedo a criança iniciar o tratamento adequado, melhores as chances de resposta ao tratamento – além de os resultados ocorrerem em um espaço menor de tempo, também. Nos casos em que a criança recebe um diagnóstico atrasado, ela pode ter sérios transtornos ao longo da vida.

Para um diagnóstico mais assertivo é necessário procurar um especialista em transtorno de comportamento infantil. Outros médicos podem não ter o treinamento adequado para entender completamente os sintomas, deixando escapar alguma informação que pode complicar posteriormente o tratamento.

O gerenciamento e a aplicação das técnicas comportamentais do TDAH ajudarão a criança também a controlar os sintomas do TEA, por isso, o diagnóstico adequado é fundamental. Crianças menores de 6 anos costumam receber tratamento para o TDAH por meio de terapia comportamental. As medicações são prescritas somente as crianças maiores de 6 anos de idade. E nestes casos o médico pode experimentar vários tratamentos antes de encontrar um que de resultado.

Não existe cura para o TDAH ou para o TEA, mas, com o tratamento adequado, muitos dos sintomas podem ser controlados e a criança passa a ter uma melhor qualidade de vida.


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29/out/2021

O risco de AVC (Acidente Vascular Cerebral) pode ser muito maior em pessoas com insônia em comparação com aqueles que não têm problemas para dormir, de acordo com uma pesquisa publicada na revista Stroke, da American Heart Association.

O risco também parece ser muito maior quando a insônia ocorre em pessoas com menos de 40 anos do que os que já passaram dessa idade, disseram os pesquisadores. Eles descobriram que:

A insônia aumentou a probabilidade de internação por AVC em 54% ao longo de quatro anos. A incidência de acidente vascular cerebral foi oito vezes maior entre aqueles diagnosticados com insônia entre 18-34 anos de idade. Após os 35 anos, o risco diminuiu continuamente.

O estudo foi baseado nos registros de saúde selecionados aleatoriamente de mais de 21.000 pessoas com insônia e 64.000 não insones. Os pesquisadores dividiram os participantes – nenhum dos quais tinha um diagnóstico prévio de apoplexia ou apneia do sono – em diferentes tipos de insônia.

Em geral, a insônia incluiu a dificuldade em iniciar ou manter o sono; insônia crônica ou persistente durou de um a seis meses; insônia de recaída foi um retorno de insônia após ser diagnosticado livre de doença por mais de seis meses em qualquer ponto de avaliação durante o estudo de quatro anos; e remissão foi uma mudança de um diagnóstico de insônia para não-insônia no momento posterior.

A insônia pode afetar a saúde cardiovascular por meio de inflamação, aumento da pressão arterial

O mecanismo que liga a insônia ao AVC ainda não é totalmente compreendido, mas evidências mostram que a insônia pode alterar a saúde cardiovascular por meio de inflamação sistêmica, intolerância à glicose, aumento da pressão arterial ou hiperatividade. Alguns fatores comportamentais (por exemplo, atividade física, dieta, uso de álcool e tabagismo) e fatores psicológicos, como o estresse, podem afetar a relação observada.

Como reduzir as chances de sofrer um AVC

1 – Estabeleça horário para dormir e acordar: Ter um horário predeterminado para deitar e acordar é essencial para o funcionamento do ritmo circadiano (relógio biológico) do organismo. É dessa maneira que o corpo começa a ter uma regularidade, reconhecendo o comprimento do dia e, consequentemente, a hora de dormir.

2 – Transforme seu quarto em um santuário do sono: Pessoas insones têm um estado de hiperalerta. Isso significa que dormir do lado de uma rua barulhenta ou em um quarto cheio de estímulos pode prejudicar ainda mais o hábito de dormir. O ideal é fazer do quarto o lugar ideal para o momento de descanso. Vale desde lençóis e cama confortáveis a cortinas blackout ou isolantes de barulho.

3 – Alimente-se corretamente: Ingerir alimentos com cafeína e álcool poucas horas antes de dormir prejudicam a qualidade do sono. É ideal ainda que se evite alimentos de difícil digestão ou em grandes quantidades, porque o processo digestivo pode causar pequenas interrupções no sono. Mas dormir em jejum também é proibido. O hábito pode levar à hipoglicemia no meio da noite, o que interfere na manutenção do sono.

4 – Deixe os ambientes bem iluminados com luz natural: Abrir janelas, iluminar a casa com a luz do dia ou sair à rua ajuda a estimular o centro de alerta do cérebro. Assim, o corpo consegue diferenciar dia e noite – horário de ficar acordado do de dormir. É importante lembrar que apenas uma luz chamada bright light pode ser usada como substituta. A luz artificial, de luminárias e lâmpadas tradicionais, não tem o mesmo efeito.

5 – Medicamentos, só com orientação médica: O uso eventual de remédios para dormir é indicado, mas deve ser feito apenas sob acompanhamento médico. Existe hoje no mercado drogas que são direcionadas para esse uso e que não criam dependência.


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21/out/2021

A dependência alimentar é real e acontece com muitas pessoas. A comida é sua fraqueza? Você é incapaz de controlar seus desejos? Costuma se sentir insatisfeito, apesar de seu estômago estar cheio? Você pode estar sofrendo de dependência de comida.

Sempre ouvimos que tudo na vida deve ser feito com moderação, incluindo a comida que você come. No momento em que essa linha é cruzada, isso se torna perigoso e passa a se assemelhar ao vício em drogas.

Quando uma pessoa consome heroína, seu cérebro torna-se fisiologicamente dependente da droga e seus padrões comportamentais são criados conforme a necessidade de consumo. Isso é o vício: o usuário precisa da heroína tanto de forma biológica quanto comportamental. Quando ele não a obtém, ele a deseja, mesmo que não goste mais e saiba que a droga é ruim para ele. Se a droga é suspensa por tempo suficiente, o viciado experimenta sintomas de abstinência.

Algumas pesquisas nos USA traçaram vários paralelos entre a heroína e a comida. Primeiramente, drogas e comida causam igualmente uma sensação de bem-estar. As drogas percorrem o caminho da ‘recompensa’ no cérebro que foi originalmente criado para a comida, ao longo da evolução.

Por isso, o desejo pelas drogas é uma versão extrema do sentimento de fome e satisfação que vem do ato de comer.

Mas afinal, o que é o vício em comer?

Por mais simples que possa ser, a dependência alimentar é definida como um relacionamento pouco saudável com a comida e, na maioria dos casos, refere-se ao vício em ‘junk food’ (lanches, doces, salgadinhos, etc.). A comida tende a acionar os centros de prazer e recompensa no cérebro. As pessoas que são viciadas em comida experimentaram um aumento da produção de dopamina, que controla o sentimento de prazer e recompensa do cérebro – a dopamina também é produzida no uso de heroína ou cocaína.

Isso faz com que a pessoa queira cada vez mais a comida. Cresce o desejo por alimentos altamente palatáveis, como os ricos em açúcar e gorduras. As recompensas obtidas ao comer esses alimentos ativam os sinais que o cérebro fornece ao sentir-se pleno e satisfeito.

É importante esclarecer que não existe o vício em comida, e sim o vício de comer. Muitos pesquisadores argumentam que, em vez de pensar em certos tipos de alimentos como viciantes, seria mais útil falar de um vício comportamental no processo de comer e na ‘recompensa’ associada a ele.

O termo ‘vício por comer’ enfatiza o componente comportamental, enquanto ‘vício por comida’ parece mais um processo passivo que simplesmente acontece com o indivíduo, o que não é verdade.

Você é viciado em comer?

Embora possa levar muito tempo para que as consequências ocorram fisicamente, você começa a se sentir emocionalmente esgotado. O ganho de peso devido à alimentação excessiva começa a parecer uma consequência aceitável. Esses e outros comportamentos podem indicar que você é viciado em comer.

Ingerir alimentos gordurosos e cheios de açúcar pode causar danos ao coração, o que pode levar a um aumento nos níveis de colesterol e da pressão sanguínea. Ser viciado em comer pode ser mais complicado do que você pensa e difícil de diagnosticar, por isso, fique atendo aos seis sinais descritos abaixo.

1 – Você se entrega compulsivamente a comer demais? O excesso compulsivo é uma forma de mudança comportamental que se mostra fisicamente quando se é viciado em comer. Você fica tão preocupado com o hábito de comer que nem percebe os outros hábitos que desenvolve.

2 – Você come mais e mais apenas para descobrir que não está satisfeito com essa quantidade. Isso começa a sobrecarregar você emocionalmente.

3 – Mesmo depois de se alimentar com a quantidade correta de nutrientes necessários, você continua a querer mais e os desejos atingem um nível perigoso, de uma forma que você não pode controlar sua vontade por mais comida. Especialmente comidas ricas em trigo, açúcar ou gorduras.

4 – Quando você começa a se alimentar, acha difícil parar de comer de tal forma que experimenta uma sensação de estar “cheio” excessivamente no final da refeição.

5 – Quando você se alimenta demais, acaba se sentindo culpado por comer aquela pizza ou aquela sobremesa. Na hora pode parecer normal, mas depois você se questiona e se arrepende muitas vezes. Mesmo assim, a culpa não atrapalha seu desejo por comer mais.

6 – Você se sente envergonhado e esconde seus hábitos pouco saudáveis dos outros. Você se sente consciente do problema e tenta esconder seu comportamento, evitando comer na frente de outra pessoa. E sente-se estressado e desconfortável ao pedir alimentos menos saudáveis quando está com seus colegas.

Diagnosticar o fato de que você é viciado em comer é o primeiro passo para a recuperação. Evite alimentos que ativam o botão de prazer no cérebro. Faça uma lista desses alimentos ‘proibidos’ para se lembrar dos efeitos prejudiciais que eles podem causar em seu corpo e em seu cérebro e, conscientemente, você começará a fazer um esforço para resistir.

Se isso não funcionar, procure ajuda profissional. A dependência alimentar é um problema sério, mas a falta geral de consciência das causas e consequências desse problema dificultam seu diagnóstico e tratamento.


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13/out/2021

São muitos os medos e questionamentos que passam na cabeça de uma mulher quando ela é diagnosticada com câncer de mama. Porém, no meio desse turbilhão de incertezas e receios, existe uma boa notícia, um raio de esperança e alívio.

Um tratamento contra o câncer de mama  promete impedir o avanço da doença. Trata-se do palbociclibe, da farmacêutica Pfizer.

Ele é indicado para tratamento nos casos de câncer mais avançado e que tenha se espalhado por todo o corpo (câncer de mama metastático).

Segundo estatísticas, 30% dos casos de câncer de mama progridem para o estágio metastático.

O palbociclibe é indicado para o seguinte caso específico: mulheres na pós-menopausa com tumores nos seios que são estimulados pelo hormônio feminino estrogênio, mas que não possuem relação com gene HER-2.

Nestes casos a utilização da hormonioterapia (o palbociclibe em conjunto com o letrozol) inibe a ação do estrogênio nas células cancerosas e faz com que o câncer não progrida. Mas isso nos casos de o tumor já ter invadido outros órgãos.

O palbociclibe pode ser administrado oralmente e possui menos reações quando comparado com a quimioterapia.

Este tratamento pode aumentar a qualidade de vida das pacientes, já que a doença traz modificações significativas na rotina das mulheres. Além de, é claro, reduzir o medo da doença ao oferecer uma alternativa menos traumática do que a os tratamentos mais convencionais.

É importante destacar que, com este  tratamento contra câncer de mama avançado, a paciente consegue manter a doença controlada por um período maior, criando um cenário positivo e otimista para as mulheres diagnosticadas com câncer de mama avançado.


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05/out/2021

A realização de um check up periódico é o principal ponto para uma boa saúde.

Exames clínicos, de imagens e laboratoriais podem detectar diversas doenças em seu estado inicial. O que facilita demais o diagnóstico e tratamento.

A frequência do check up deve ser determinada pelo seu médico de confiança. Geralmente um Clínico Geral ou um médico que já acompanha seu histórico de doenças. Vale destacar que uma segunda opinião médica sempre vale a pena. Ainda mais se for uma segunda opinião de confiança.

Para pessoas com doenças crônicas como diabetes, câncer ou hipertensão a indicação para a realização do check up é a cada seis meses.

Obesos, fumantes e sedentários os médicos especialistas costumam recomendar o intervalo de um ano.

Os exames solicitados no check-up permitem que o médico verifique o funcionamento de alguns órgãos, como rins, fígado e coração, por exemplo, além de serem úteis na identificação de infecções e alterações no sangue, como anemia e leucemia, por exemplo.

Os principais exames são:

  • Hemograma completo
  • Ácido Úrico
  • Ureia e creatinina
  • Glicemia
  • Colesterol total e frações
  • Triglicerídeos;
  • TGO/AST e TGP/ALT
  • PCR
  • Fosfatase alcalina
  • Gama-glutamiltransferase (GGT)
  • TSH e T4 livre
  • Exame de fezes
  • Exame de urina.

É indicado que mulheres a partir dos 40 anos e homens a partir dos 30 façam exames específicos para determinadas doenças.

A GEMA HEALTHCARE te oferece um Check-up executivo.

Conheça mais através do nosso site. 

 

 


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27/set/2021

Os médicos são os responsáveis por grandes transformações na sociedade para o bem coletivo, descobrindo curas para doenças, solucionando problemas físicos, aliviando a dor e orientando pessoas quanto à forma saudável de se viver.

Ser um ótimo médico é algo que vai muito além de ter um alto domínio técnico. É preciso ser um bom gestor, ter um ótimo relacionamento com os pacientes e o mais importante: realmente se entregar e se dedicar àqueles que precisam de ajuda.

A excelência dos médicos brasileiros vem ganhando cada vez mais destaque internacional. Isso tem feito que com que o país seja muito procurado especialmente no segmento de cardiologia, onde inovações e bons resultados clínicos acabam chamando a atenção de hospitais e instituições médicas de outros países.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), vários cardiologistas brasileiros são responsáveis por novas cirurgias e inovações no tratamento que hoje foram incorporados por hospitais do mundo inteiro.

Para o presidente da SBC, é importante notar como a cardiologia brasileira é pródiga em talentos, citando nomes que além de cirurgiões, são especialistas que se destacam como professores, como Luiz Venere Décourt, de São Paulo e Arthur de Carvalho Azevedo, do Rio de Janeiro, que foram os mestres e incentivadores de várias gerações de cardiologistas não apenas do Brasil, mas de toda América Latina, responsáveis pela formação de milhares de especialistas

Brasil é destaque em cirurgia de Ross

O Brasil ocupa hoje lugar de destaque no mundo quando o assunto é cirurgia de Ross, única operação de troca da válvula aórtica que permite ao paciente voltar a ter uma vida normal.

A cirurgia de Ross é um procedimento que troca a válvula aórtica doente do coração pela válvula pulmonar do próprio paciente, sendo indicada especialmente para pacientes jovens, e vem obtendo resultados muito positivos.

Uma pesquisa de 2012 comparou a sobrevida de pacientes que passaram pela cirurgia de Ross com pessoas que não tem nenhum tipo de problema de coração. A constatação foi de que até duas décadas após a cirurgia esses pacientes têm uma vida normal, igual à da população que não sofre com doença valvar.

Brasil se destaca na América Latina na difusão de conhecimento acerca da cirurgia cardíaca

Em 1953 foi realizada com sucesso a primeira cirurgia cardíaca do mundo com circulação extracorpórea (máquina pulmão-coração artificial). A partir de então, o desenvolvimento tecnológico de equipamentos e dos procedimentos mudou o panorama desta especialidade. Em 1967 foi realizado o primeiro transplante cardíaco da história, fato que abriu caminho para a criação de diversos centros dedicados a cirurgias do coração em todo o mundo. O Brasil ocupa lugar de destaque na difusão de conhecimento acerca da cirurgia cardíaca na América Latina.

Com a introdução da cirurgia cardíaca minimamente invasiva se iniciou um novo capítulo nesta área da medicina e o Brasil com certeza está pronto para fazer história.


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20/set/2021

Na escola, toda criança se agita em seu assento e olha pela janela de vez em quando. Às vezes, os alunos saem de seus lugares e perambulam pela sala por alguns minutos. E alguns têm problemas para entender uma determinada lição. Esses são comportamentos normais. A maioria de nós fez essas coisas na escola quando éramos crianças. Geralmente, as crianças precisam apenas de um empurrãozinho para deslanchar.

Mas com as crianças que possuem transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), os professores precisam entender como essa deficiência interfere em sua capacidade de aprender, permanecer concentrado e se relacionar com outras crianças.

Por isso, separamos a seguir algumas estratégias que podem ajudar os educadores a obterem melhores resultados tanto no aprendizado quanto na inclusão social.

Estabeleça regras e rotinas para alunos com TDAH

Estipule regras para alunos com TDAH na sala de aula. Com a contribuição dos alunos, estabeleça regras curtas e simples. Explique tudo em termos positivos que transmitam o que você quer que eles façam.

Por exemplo, em vez de dizer: “Não fale alto quando você vem para a aula”, diga: “Quando chegar na escola, preste atenção na lição e comece a estudar em silêncio.” Ou “Sente-se primeiro e depois converse calmamente com o seu colega até a aula começar.”

Crie rotinas na sala de aula. Isso ajudará os alunos com TDAH a manterem o foco nas tarefas. As rotinas para todos os alunos podem incluir a verificação das lições de casa sempre no início das aulas, selecionando alguns alunos como auxiliares para essas tarefas.

Os alunos hiperativos podem conversar com os auxiliares no final da aula para se certificarem de que entendem a tarefa de casa e o que é esperado deles.

Dê supervisão adequada para alunos com TDAH. As crianças hiperativas requerem mais supervisão do que seus colegas por causa de sua falta de maturidade, esquecimento, distração e desorganização. Ajude esses alunos juntando-os a colegas que podem lembrá-los de lições de casa e aulas e usando parceiros para se juntar a um projeto.

Ofereça condições especiais para o aluno hiperativo

Alguns alunos com TDAH podem precisar de condições especiais. Algumas dessas condições podem ser simples como monitorar o trabalho do aluno e desenvolver um plano para ajudá-lo a não ficar para trás, além de ser mais tolerante com atrasos ocasionais – isso estimula a confiança no aluno e o mantém motivado.

Outras condições incluem: tempo prolongado em provas, tarefas mais curtas, instrução em anotações e atribuições segmentadas para projetos mais longos (com prazos e notas separadas).

Reduza possíveis distrações.

Posicione os alunos que têm problema com foco perto da fonte de instrução e/ou de um aluno que possa ajudar com as lições, reduzindo barreiras e distrações entre ele e a tarefa. Coloque este aluno em um local de baixa distração na sala de aula.

Use modelos de pares positivos.

Incentive o aluno a sentar-se perto de modelos positivos para aliviar as distrações de outros alunos com comportamentos desafiadores ou divergentes.

Prepare-os para as transições.

Lembre o aluno sobre o que está por vir (próxima aula, recreio, hora de um livro diferente, etc.). Para eventos especiais, como passeios escolares ou outras atividades, lembre-se de avisar com bastante antecedência e usar lembretes. Ajude o aluno a se preparar para o final da aula e ir para casa, verificando se ele tem os itens necessários para a lição de casa.

Permita o movimento.

Permita que o aluno se movimente. Ofereça oportunidades de atividades físicas: apague a lousa, beba água, vá ao banheiro, etc. Se isso não for prático, permita que o aluno brinque (silenciosamente) com pequenos objetos como uma bola macia ou um squeeze, desde que não atrapalhe os outros alunos.

Deixe as crianças brincarem.

O recreio pode, na verdade, permitir um melhor foco em crianças com TDAH. Portanto, não o use como um momento para “maquiar” tarefas escolares e nem o proíba como forma de punição.

Concentre-se em relacionamentos positivos

Estabeleça uma relação positiva com os alunos com TDAH. Cumprimente-os pelo nome ao entrarem na sala de aula. Crie um mural para postar os interesses escolares e extracurriculares, fotografias, trabalhos de arte ou conquistas dos alunos.

Forneça feedback positivo e frequente.

Alunos com TDAH respondem melhor ao feedback imediato. Use elogios positivos, como “Você está fazendo um ótimo trabalho” ou “Agora você conseguiu”. Se a resposta de um aluno estiver incorreta, diga “Vamos falar sobre isso” ou “Isso parece certo para você?”

Faça perguntas em vez de repreender.

Se o aluno se comportar mal, em sala de aula, pergunte: “Essa é uma atitude boa ou má?” O aluno receberá a mensagem de que seu comportamento é inadequado.

Faça uma parceria com os pais

Para obter melhores resultados, os professores devem fazer parceria com os pais para garantir que seus filhos estejam prontos para aprender na sala de aula. Aqui estão algumas diretrizes que os professores podem sugerir aos pais de seus alunos com TDAH:

  1. Comunique regularmente ao professor sobre eventuais problemas.
  2. Veja se a medicação do seu filho está funcionando de forma eficaz na escola e durante o tempo da lição de casa.
  3. Ajude seu filho a organizar os trabalhos para a lição de casa e preparar-se para o próximo dia na escola.
  4. Monitore de perto a conclusão das lições nas matérias em que ele não vai muito bem.
  5. Guarde todas as lições de casa concluídas até o final do semestre.
  6. Converse com o professor sobre o uso de um relatório diário ou semanal, se necessário.

Os professores têm um papel fundamental na criação de um ambiente onde alunos hiperativos possam aprender com mais eficiência e se relacionar melhor com as outras crianças.