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28/set/2022

A medicina personalizada é um novo conceito de assistência pessoal que oferece inúmeras vantagens aos clientes que desejam maior atenção à saúde e bem-estar. O primeiro de todos é a possibilidade de encontrar clínicas, hospitais, laboratórios e profissionais 100% destinados à sua necessidade, ou seja, com o máximo de precisão e agilidade. Que tal conhecer os principais diferenciais? Continue a leitura do post de hoje, aqui no blog da Gema Brazil. Aproveite para compartilhar o conteúdo com amigos e familiares.

Medicina Personalizada: conheça os principais diferenciais

1 – Concierge especializado

Na Gema Brazil, você conta com um concierge especializado em medicina personalizada. Em outras palavras, um profissional com amplo conhecimento para encontrar e agendar o que você precisa no campo da saúde.

2 – Serviços englobados

A medicina personalizada consiste em um modelo de gestão completo. Ou seja, oferece serviços de ponta para encontrar, negociar, agendar, avaliar e intermediar tudo o que você precisa para ter a saúde em dia. Em suma, uma assistência completa que garante mais comodidade.

3 – Cobertura Nacional e Internacional

Quem é cliente da Gema Brazil sabe que pode confiar em um atendimento completo, em todo o Brasil. A cobertura é nacional para todos os clientes e, a partir da categoria Platinum, também nos EUA.

Leia no Blog: 7 sinais de infarto para redobrar a atenção

4 – Tranquilidade

Para evitar o estresse e literalmente perder tempo, a Gema Brazil cuida de todos os trâmites para você que deseja um atendimento médico de primeira linha. É tranquilidade pura, inclusive para agendar consultas, remarcar datas e assim por diante. Você não precisa se preocupar com nenhum detalhe.

5 – Confiança

Quem já procurou serviços médicos sabe muito bem que não são todos os profissionais ou empresas 100% confiáveis. Justamente por isso, é comum procurar indicações de amigos e familiares. Dentro desse cenário, a Gema Brazil conecta você com o que tem de melhor no mercado.

6 – Indicações estéticas

Dentro do bem-estar, a estética é fundamental. A Gema Brazil acredita nisso e também coloca à disposição dos clientes uma gama de profissionais e empresas da área. Tudo ao seu alcance, sempre que precisar.

7 – Além da saúde

Um grande diferencial que você precisa conhecer é a assistência para viagens e serviços variados. Isso quer dizer que o Concierge pode cuidar da tramitação de visto, agendar passagens aéreas e hospedagem, traslados e muito mais. Também cuida de detalhes de tradução e alimentação. Por exemplo, para encontrar os melhores restaurantes e fazer reservas.

Gema Brazil – Cuidado personalizado para a sua saúde

Os concierges da Gema Brazil cuidam de todos os detalhes burocráticos para você ter o atendimento médico ideal, dos casos mais simples aos mais complexos, sempre que você precisar. Ou seja, um trabalho 100% personalizado para encontrar hospitais e laboratórios, agendar consultas e muito mais. Em outras palavras, um suporte profissional, ágil e completo para que você tenha uma rotina mais tranquila e saudável. Quer saber como tudo isso funciona na prática? Envie uma mensagem via WhatsApp ou na página de contato. 


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22/set/2022

Foco na saúde mental. O Setembro Amarelo é uma campanha que existe desde 2014. Uma criação da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Seu objetivo é bem claro: alertar sobre o suicídio no Brasil. Basicamente, um mês de alerta sobre a importância de cuidar da saúde mental. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura do post de hoje, aqui no blog da Gema Brazil.

Leia no Blog: 7 sinais de infarto para redobrar a atenção

A importância da saúde mental é o foco do Setembro Amarelo

Existem muitos tabus sobre a importância da saúde mental, o foco da campanha de Setembro Amarelo. Você certamente já ouviu alguns deles. Por exemplo, que cuidar da saúde mental é sinal de fraqueza. Ou que é algo sem importância. Algo que não devemos nos preocupar. Porém, não é bem isso que acontece. A saúde mental orienta a nossa vida. Está relacionada ao bem-estar e à felicidade no dia a dia.

O impacto negativo disso é o descaso. É deixar de procurar ajuda quando mais é necessário. Ou seja, não dar a devida importância para algo que é bem sério. Por outro lado, quem reconhece o valor da saúde mental, vive com mais tranquilidade. Além disso, sabe que em momentos mais profundos e sérios, é possível buscar ajuda de quem é especialista na área.

E isso não vale apenas para o próprio cuidado. Faz toda a diferença observar com atenção alguns sinais em amigos e familiares. Pessoas próximas podem precisar de ajuda e você pode ser o primeiro contato de suporte. Confira algumas dicas para colocar em prática no dia a dia:

  • Converse com os amigos sempre que necessário.
  • Dê exemplos ao orientar.
  • Tente motivar a visão pelo lado positivo de uma situação.
  • Esteja próximo.
  • Seja uma fonte de positividade.
  • Compartilhe emoções.
  • Esteja aberto ao diálogo.
  • Transmita confiança.

Uma boa e sincera conversa pode fazer a diferença. Isso acontece porque a pessoa com a saúde mental fragilizada, na maioria dos casos, precisa de um ombro amigo. Precisa se sentir querida e reconhecer em terceiros, um caminho para uma vida mais feliz. Ao compartilhar as próprias emoções e experiências, você pode se tornar um exemplo a ser seguido. Uma fonte de inspiração.

Leia no Blog: alimentação pós-parto é muito importante para amamentação

Você já ouviu falar sobre os pilares da saúde mental?

A saúde mental, ao longo da vida, é sustentada por alguns pilares. Como acontece em uma residência, os pilares emocionais sustentam a nossa saúde mental. Entendemos por pilares emocionais tudo aquilo que damos valores especiais. Por exemplo, o casamento ou a carreira. Os filhos e o trabalho. As amizades e assim por diante. Quando um destes pilares é abalado ou mesmo destruído, nossa saúde mental é afetada. Por exemplo, quando o casamento chega ao fim. Assim como, quando perdemos o emprego.

Sinais de alerta

Da mesma forma que devemos cuidar diariamente da saúde mental, também devemos olhar com atenção para alguns sinais de alerta junto a amigos e familiares:

  • Tristeza.
  • Falta de esperança.
  • Sentimento de culpa e desamparo.
  • Dificuldade de concentração.
  • Problemas para dormir.
  • Alterações de peso.
  • Desinteresse pela vida profissional ou social.
  • Mudança repentina da qualidade do sono.
  • Medos incontroláveis.

Dicas para cuidar da saúde mental

Devemos “alimentar” o cérebro com positividade para cuidar da saúde mental. Ou seja, devemos consumir aquilo que nos faz bem. Dentro desse cenário, podemos pensar em assistir séries ou filmes. Ou, também, jogar futebol com os amigos, sair para jantar com o namorado e assim por diante. Quando fazemos o que gostamos, nosso cérebro entende que estamos querendo adicionar boas experiências.

Além disso, algumas práticas são recomendadas. Por exemplo, praticar exercícios físicos. Durante o esforço do corpo, ocorre a liberação de dopamina, um neurotransmissor que gera a sensação de prazer. É o chamado “hormônio da felicidade”. Ao mesmo tempo, ocorre a redução de hormônios que levam ao estresse, como o cortisol. Quando pensamos em sintomas de depressão e ansiedade, é uma combinação muito indicada.

A espiritualidade também ajuda. Isso porque, auxilia na concentração e na própria respiração. Ajuda a nos conectar com as próprias emoções. A queda na inquietação contribui para maior reflexão sobre a própria vida, os desafios, os dilemas e assim por diante.

Gema Brazil – Cuidado personalizado para a sua saúde

Os concierges da Gema Brazil cuidam de todos os detalhes burocráticos para você ter o atendimento médico ideal, dos casos mais simples aos mais complexos, sempre que você precisar. Um trabalho 100% personalizado para encontrar hospitais e laboratórios, agendar consultas e muito mais. Em outras palavras, um suporte profissional, ágil e completo para que você tenha uma rotina mais tranquila e saudável. Quer saber como tudo isso funciona na prática? Envie uma mensagem via WhatsApp ou na página de Contato do site.


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22/ago/2022

Para uma vida mais tranquila e saudável, cuidar da saúde cardiovascular é fundamental. E isso engloba redobrar a atenção com os principais sinais de infarto que o nosso corpo manifesta. A prevenção é a palavra-chave para evitar algo mais grave. Continue a leitura do post de hoje, aqui no blog da Gema Brazil, e confira mais sobre o assunto.

7 sinais de infarto

1 – Dor permanente no peito: importante não confundir com pontadas no peito ou dor em alguns momentos. A dor no peito que pode sinalizar infarto é permanente e, inclusive, pode irradiar para braços, pescoço, mandíbula e costas.

2 – Compressão e ardor no peito: um sintoma semelhante à azia, com duração superior a 20 minutos.

3 – Transpiração excessiva: é um sinal de alerta para casos de infarto, principalmente quando ocorre sem razão aparente.

4 – Falta de ar: se em repouso você sente falta de ar, redobre a atenção.

5 – Vômitos, tonturas e náuseas: os sintomas listados até aqui podem provocar náuseas, vômitos e tonturas. Porém, é importante que o médico responsável saiba diferenciar caso a caso, principalmente quando há suspeita de desconforto digestivo.

6 – Desmaios: quem não cuida da saúde cardiovascular pode sofrer com desmaios constantes, seja em razão de arritmias, pressão alta ou infarto agudo do miocárdio. Os desmaios sinalizam o enfraquecimento do corpo.

7 – Ansiedade: uma das manifestações que indicam um problema que pode ser mais grave, é a ansiedade. Todavia, é fundamental diferenciar as situações. A ansiedade, sozinha, é outra situação que requer atenção de um psiquiatra e psicólogo.

 

Gema Brazil – Cuidado personalizado para a sua saúde

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Moleza, desânimo e cansaço no meio do trabalho? Saiba que a resposta pode estar em sua alimentação.

A grande maioria das pessoas que trabalham fora costumam levar ‘comidinhas’ para o escritório para passar o dia. Mas sabia que a escolha destes alimentos pode afetar diretamente sua produtividade?

Assim como existem alimentos que aumentam nossa disposição, existem também aqueles que roubam a nossa energia. Eles podem atrapalhar bastante o seu cotidiano profissional.

Muitos alimentos influenciam em nossa produtividade diária e, por isso, tomar cuidado com a alimentação é fundamental no dia-a-dia no trabalho.

É importante destacar que a alimentação pode tanto auxiliar como atrapalhar a produtividade e a memória, causando fadiga e estresse.

Se você está tendo problemas com seu desempenho no trabalho, saiba que isso pode estar relacionado diretamente ao que você come.

É muito comum os funcionários estarem sonolentos e letárgicos após o almoço e, às vezes, até de manhã cedo. Isso ocorre principalmente com aqueles que costumam comer demais, já que para fazer a digestão nosso corpo acaba usando toda energia disponível.

Portanto, aquela ideia de comer muito porque tem um dia de trabalho cheio de compromissos profissionais é furada. Ao contrário, isso poderá causar mais desânimo e cansaço.

A comida tem um impacto direto em nosso desempenho cognitivo e, por isso, uma escolha errada no almoço poderá lhe trazer consequências pelo resto do dia.

Isto se deve também a refeições desequilibradas, com excesso de açúcar e carboidratos ruins

Sendo assim, o melhor a se fazer é escolher alimentos que forneçam energia e disposição, evitando os que nos tornam letárgicos.

 

Veja quais são os alimentos inimigos da saúde no dia-a-dia de trabalho

Carboidratos simples: arroz, macarrão, pão branco – são alguns exemplos de carboidratos ruins para nosso organismo, já que eles são digeridos rapidamente pelo nosso corpo, causando picos de glicemia.

O correto é o consumo de alimentos de carboidratos complexos, que são digeridos mais lentamente pelo corpo, como cereais integrais, vegetais e grãos, evitando assim os picos de energia que são prejudiciais para nossa saúde e por ‘roubarem’ a energia do nosso corpo.

Açúcar: É muito comum encontrar doces, bolachas e alimentos ricos em açúcar em gavetas e mesas de escritórios. E quanto mais tenso o dia, maior é o impulso de comer estes alimentos.

O excesso de açúcar em nosso organismo, gera picos (sobe/desce) rapidamente, fazendo com que tenhamos em um primeiro momento a sensação de disposição, mas rapidamente isso muda para fadiga e sonolência.

Excesso de café: Todo mundo costuma tomar um cafezinho para despertar e afastar o sono, mas, na verdade, o excesso de cafeína se torna altamente prejudicial para nosso organismo.

Beber demais pode trazer irritabilidade, inquietação, nervosismo, problemas de foco além, é claro, de dores no estômago.

Por isso, beba moderadamente.

Gorduras: coxinhas, salgadinhos de pacotes e até alimentos fritos (como batatas fritas) dificultam a digestão, além de não possuírem nenhum nutriente.

As chamadas gorduras ruins dificultam nossa digestão e fazem que os nutrientes que fornecem energia ao corpo cheguem mais lentamente à corrente sanguínea. Logo, aquele que o consome costuma ficar em estado letárgico.

Troque por alimentos ricos em fibras como frutas ou oleaginosas e notará a melhora do seu desempenho.

Bebida alcoólica: talvez um tanto incomum, mas há pessoas que costumam ingerir bebidas alcoólicas diariamente, ou quase diariamente, até mesmo na hora do almoço no trabalho. Uma taça vinho no almoço de negócios é um exemplo.

Enfim, ocorre que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas traz consequências para nosso organismo. Entre eles, a sobrecarga do fígado, dificuldade de absorção de vitaminas e nutrientes, como a tiamina (vitamina B1) umas das responsáveis pela geração de energia para o corpo e, também, alteração do nosso índice glicêmico.

Excesso de sal: O sal aumenta a nossa pressão arterial, por isso, consumido em excesso pode trazer alguns problemas de saúde e, também, sensação de cansaço.

Quem come fora diariamente costuma acaba achando a comida ‘sem graça’ e recorre ao sal para aguçar o sabor, o que é um erro.

O consumo destes alimentos, considerados ‘inimigos’ em nosso dia-a-dia, pode trazer consequências no ambiente de trabalho. Cochilar na mesa, ter problemas de foco e concentração e ter dificuldades em entregar os trabalhos no prazo são apenas alguns deles.

Não entre na lista dos funcionários ‘preguiçosos e desanimados’ da empresa. Comece hoje a fazer alimentações equilibradas, seu corpo agradecerá, bem como seus colegas de trabalho.

Por outro lado, empresas que possuem refeitórios e investem na qualidade de saúde dos seus funcionários conseguem evitar ou melhorar doenças pré-existentes e os sintomas descritos acima, oferecendo um cardápio saudável a fim de manter os profissionais ativos e produtivos, em um ambiente onde todos só têm a ganhar.

Investir em boas refeições servidas em cantinas ou refeitórios dentro da empresa é, sem dúvida, uma oportunidade de aumentar a produtividade de seus funcionários.

A qualidade dos alimentos que você ingere ajudará a definir o tipo de desempenho e produtividade. Escolha sabiamente e você começará a ver a diferença.


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Veja como as empresas podem melhorar a saúde dos colaboradores e entenda a importância de manter exames e informações médicas sempre atualizados.

É cada vez maior o número de profissionais com problemas de saúde mental, emocional e físico no ambiente de trabalho. O estresse diário, o esgotamento e a Síndrome de Burnout são alguns dos principais fatores de adoecimento nas empresas. E as consequências disso muitas vezes são diretas, resultando em afastamentos ou até mesmo demissões, em alguns casos.

Não é uma situação fácil, principalmente quando a pessoa atingida é amiga e próxima de todos os funcionários. Nestes momentos, uma boa gestão e uma forte parceria com o RH podem trazer o equilíbrio nesta relação, principalmente tomando medidas para o bem-estar e saúde de todos.

Investir na saúde dos colaboradores pode melhorar a produtividade e, consequentemente, os resultados da empresa.

Problemas de saúde como diabetes, hipertensão arterial, distúrbios cardiovasculares, depressão e ansiedade, entre outros, aliados ao estresse, falta de tempo e hábitos nada saudáveis são cada vez mais comuns dentro das empresas.

E tudo isso está relacionado direta ou indiretamente no desempenho dos profissionais.

É necessário que a empresa tenha um olhar individual para cada funcionário, já que muitos podem esconder o problema que estão enfrentando, seja por medo ou vergonha – principalmente aqueles ligados a doenças emocionais ou mentais.

Por isso, investir em uma melhor qualidade de vida dentro da empresa é fundamental, já que afeta o desempenho e engajamento dos seus colaboradores.

Mas para as empresas mais apáticas sobre o assunto, listamos 3 motivos em que as empresas devem investir na saúde dos seus funcionários.

3 motivos para investir na saúde dos colaboradores

Melhoria da produtividade: Quando os funcionários cuidam da saúde, seus desempenhos melhoram no trabalho, já que possuem mais disposição e ficam menos doentes – e, consequentemente, faltam menos ao trabalho

Melhor saúde mental: menos ansiosos ou tensos, os profissionais conseguem ter mais clareza tanto para criar quanto para resolver problemas.

Menos gastos: funcionários saudáveis ajudam a empresa a gastar menos. Isto vale tanto para as faltas por motivo de doença quanto para os planos de saúde.

Além disso, investir na saúde dos colaboradores de uma empresa significa não apenas criar um ambiente de trabalho positivo, sadio e equilibrado; mas também dar condições daqueles que já possuem alguma patologia de cuidar da saúde e seguir com os tratamentos que já faz. Por exemplo, oferecer benefícios de saúde como descontos em medicamentos ou a possibilidade de apoio em tratamentos de alta complexidade.

As empresas devem planejar a implementação de criação de políticas, comunicação, recursos de treinamento e até mesmo tratamento.

A importância de manter os exames médicos periódicos atualizados

Outro ponto importante para manter a saúde da equipe, é que os funcionários mantenham sempre atualizados os seus exames médicos periódicos.

Os exames médicos periódicos servem tanto para detectar e prevenir doenças quanto para atestar uma boa saúde do funcionário e, assim, continuar realizando seu trabalho sem qualquer problema.

Assim tanto a empresa estará dentro das exigências trabalhistas como, também, terá condição de melhorar a qualidade de vida dos seus colaboradores, quando o exame assim indicar.

Todas estas práticas na verdade são como uma cultura de apoio, onde a empresa apoia e proporciona uma vida mais saudável para seus funcionários e, consequentemente, cria um ambiente corporativo muito mais saudável.

Com uma postura colaborativa assim, a empresa reduz a rotatividade, evitando a fuga de talentos, e faz com que os funcionários batalhem por uma melhora de desempenho, o que só trás benefícios para ambos os lados.


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Com um número crescente de pessoas com depressão nas empresas, veja como os gestores de RH podem combater a doença e melhorar o ambiente de trabalho.

Todos nós precisamos cuidar da nossa saúde mental assim como cuidamos da saúde física. E considerando quanto tempo passamos no trabalho, não é surpresa que nossos empregos possam afetar nosso bem-estar.

Os problemas de saúde mental são muito comuns e têm aumentado nos últimos anos, em grande parte devido à crise econômica e ao estresse nas empresas.

Dada essa prevalência significativa e crescente, grande parte das empresas no Brasil – não importa o tamanho – são afetadas por problemas de saúde mental em seus funcionários. Isto não é algo que possa ser ignorado.

E um dos problemas de saúde mental mais comuns é a depressão, que afeta uma em cada dez pessoas.

A depressão no ambiente de trabalho

A depressão engloba uma variedade de sintomas de um período de baixo astral que dificulta o enfrentamento de tarefas normais, pensamentos e comportamentos que paralisam a vida.

Alguém que esteja sofrendo de depressão pode achar difícil motivar-se para concluir tarefas – incluindo coisas aparentemente simples, como chegar ao trabalho no horário.

A pessoa fica facilmente irritada, frustrada e tem dificuldades para tomar decisões.

A depressão é, muitas vezes, a maior causa da queda de produtividade no trabalho dos funcionários.

Desanimado e sem concentração, o funcionário passa a ter um rendimento muito baixo em seu trabalho, causando uma frustração que só piora a doença.

A necessidade constante de melhorar, a exigência de bater metas, rotinas com cobranças exaustivas e a pressão rotineira do mercado de trabalho, entre outras, são alguns dos fatores que podem gerar estresse e, consequentemente, depressão nos funcionários de uma empresa.

Segundo a (OMS) Organização Mundial de Saúde até 2020, a depressão passará da 4ª para a 2ª colocada entre as principais causas de incapacidade para o trabalho no mundo.

E a principal causa apontada pelas pessoas que sofrem de depressão é o trabalho.

As causas para este crescimento de depressão nas empresas são muitas, mas algumas costumam se destacar:

  • Apatia no ambiente de trabalho;
  • Aumento de tarefas e responsabilidades;
  • Fofocas no trabalho;
  • Problemas de gestão;
  • Problemas financeiros ou de saúde tanto do trabalhador quanto de um ente querido.

O bem-estar e a saúde mental dos funcionários de uma empresa passaram a se tornar um dos grandes desafios do departamento de RH, que passa a desempenhar um papel importantíssimo na produtividade e bom andamento dos negócios.

Como reconhecer os sintomas de que o funcionário está com depressão

Não é fácil dizer, pois ela pode se manifestar de varias maneiras, mas alguns sinais podem indicar que algo não está bem:

  • Alteração no apetite – excesso ou falta dele;
  • Ansiedade;
  • Cansaço demasiado;
  • Choro constante;
  • Falta de foco;
  • Insônia;
  • Irritabilidade;
  • Isolamento social;
  • Melancolia;
  • Sensação constante de incapacidade.

Pontos de atenção para os gestores de RH em relação à depressão

Alguns anos atrás a depressão não era levada em conta pelas empresas e gestores de RH. Em alguns casos até era considerado como falta de interesse do funcionário e, muitas vezes, este chegava a ser dispensado das suas atividades.

Entretanto, com o passar dos anos e um maior entendimento sobre depressão, as empresas passaram a enxergar a doença de outra forma, mudando o seu olhar para estes funcionários que apresentavam algum sintoma de depressão.

Portanto, um dos primeiros passos é reconhecer que um funcionário pode ter depressão e respeitá-lo por isso.

Os gestores de RH devem procurar investir em programas que aumentam ou melhoram a qualidade de vida dos seus funcionários. Treinamentos de desenvolvimento pessoal podem ser grandes aliados.

Ações do tipo:

  • Feedback;
  • Planos de saúde que cubram terapias;
  • Treinamentos e cursos.

Além disso outras práticas podem ajudar, como o incentivo para praticar atividades físicas e até mesmo procurar a ajuda de um psicólogo.

Ambientes de trabalho saudáveis para a mente

As empresas precisam ser proativas na gestão da saúde mental de todos os seus funcionários, independentemente de estarem enfrentando um problema ou não.

Os gestores inteligentes sabem que as empresas dependem das pessoas e que as experiências, o bem-estar e a motivação de cada trabalhador são fundamentais para o desempenho da organização como um todo.

Gerenciando e apoiando positivamente o bem-estar mental dos funcionários, os gestores de RH podem garantir que a equipe atinja seu potencial – permitindo que a empresa atinja um desempenho máximo.

Estudos mostram que organizações com níveis mais altos de engajamento de funcionários se beneficiam de melhor produtividade, lucratividade e maior comprometimento da equipe.

Como o RH pode ajudar a combater a depressão nas empresas

O RH tem um papel vital a desempenhar no apoio a um funcionário com um problema de depressão – seja no trabalho, fora do trabalho ou retornando ao trabalho.

Criar um diálogo aberto leva a um sistema de apoio e entendimento entre empregadores e empregados.

Geralmente, uma abordagem de senso comum baseada em comunicação aberta e boa gestão de pessoas é tudo o que é necessário. As regras de ouro são:

  • Incentive as pessoas a falarem – crie um ambiente aberto onde as pessoas se sintam capazes de dialogar sobre o seu bem-estar, e até mesmo falar sobre um problema, caso deseje. Lembre-se de que a experiência de todos os problemas de depressão é diferente. Concentre-se na pessoa, não no problema, e faça perguntas abertas sobre a causa do sofrimento e que tipo de apoio eles precisam.
  • Evite fazer suposições – não tente adivinhar quais sintomas um funcionário pode ter e como isso pode afetar sua capacidade de realizar seu trabalho – muitas pessoas conseguem gerenciar seu problema e desempenhar seu papel com alto padrão.
  • Respeite a confidencialidade – lembre-se de que as informações sobre saúde mental são altamente confidenciais e delicadas. Não transmita informações desnecessariamente, até porque essa quebra de confiança pode afetar negativamente a saúde mental de um indivíduo.
  • Responda com flexibilidade – devido ao fato de os problemas de saúde mental afetarem a todos de maneiras diferentes e em momentos diferentes de suas vidas, adapte seu apoio de acordo com o indivíduo. Desenvolver um plano de ação personalizado pode ajudar.

Ajustes no ambiente de trabalho

Se alguém estiver passando por um problema de saúde mental, como depressão, pode precisar que a empresa faça alguns ajustes. Muitas vezes, trata-se de mudanças de atitude e cultura, em vez de uma intervenção dispendiosa. Ajustes típicos incluem:

  • Criar escritórios mais tranquilos e silenciosos;
  • Horário flexível ou alteração do horário de entrada ou saída;
  • Maior suporte dos gestores para ajudar a priorizar e gerenciar a carga de trabalho;
  • Mudança do local de trabalho;
  • Mudança nos intervalos, talvez dividindo a hora do almoço em três blocos de 20 minutos;
  • Mudanças no cargo, que podem ser temporárias ou permanentes;
  • Políticas de retorno ao trabalho, como retorno por etapas.

Com essas dicas, os gestores de RH podem fazer a diferença na empresa e auxiliarem os funcionários que sofrem de depressão, gerando um ambiente de trabalho saudável e propício para o crescimento dos negócios.


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16/maio/2019

Entenda os riscos para sua saúde ao procurar remédios e tratamentos milagrosos e aprenda a reconhecer fraudes para evitar problemas.

Todos nós já vimos propagandas de remédios ou tratamentos de saúde milagrosos em revistas e banners na web. E se você estiver sofrendo de uma dessas doenças ou sintomas, é difícil não se sentir atraído a experimentar. E, assim, você acaba se perguntando: será que isso é verdade?

A resposta é: não. Anúncios com alegações de promessas milagrosas de saúde como essas são quase sempre falsos. No entanto, eles são habilmente criados para atrair as pessoas, desperdiçando seu dinheiro em curas que não funcionam e, muitas vezes, impedindo-as de procurar o verdadeiro cuidado de que precisam.

Para evitar cair nessas alegações de “cura milagrosa”, você precisa aprender a reconhecer os sinais reveladores de uma fraude e saber onde procurar informações de saúde reais e úteis.

Como os tratamentos milagrosos desperdiçam seu dinheiro

A única coisa na qual os chamados tratamentos milagrosos são realmente bons é em desperdiçar seu dinheiro. Veja como eles fazem isso:

  • Eles não funcionam. Somente nos EUA, por exemplo, os americanos pagam bilhões de dólares a cada ano em produtos e tratamentos de saúde que não funcionam. Em 2013, quase US$ 6 milhões foram gastos em reembolsos para clientes que compraram produtos falsos para perda de peso e prevenção do câncer. As empresas que vendem esses produtos atraem clientes com alegações enganosas e falsos depoimentos de supostos ‘clientes’.
  • Eles são caros. Ao entrar em contato para saber mais informações sobre o produto ou tratamento, a pessoa descobre que, além do preço alto, será necessário comprar produtos adicionais ou em grande quantidade, o que eleva muito o custo. Ou seja, você ainda paga caro por algo que não funciona.
  • Eles prejudicam sua saúde. Os clientes geralmente acham que os tratamentos de saúde falsos são seguros porque os anúncios os descrevem como produtos “naturais”. No entanto, “natural” claramente não significa inofensivo. Muitos dos venenos mais mortais do mundo vêm de plantas, e alguns deles – como o cianureto – são encontrados em remédios falsos.
  • Eles interagem com outras drogas. Até mesmo produtos que não são prejudiciais por si só podem interagir de maneira perigosa com outros medicamentos que você está tomando. Como esses remédios falsos não são prescritos por um médico de verdade que conhece seu histórico de saúde, não há como detectar esses problemas até que eles causem alguma reação, o que pode levar a uma internação de emergência no hospital.
  • Eles tomam o lugar do tratamento real. Se você depositar sua fé nesses ‘remédios milagrosos’, é improvável que você vá a um médico de verdade e receba o tratamento adequado de que precisa. Muitas pessoas perdem anos tentando se tratar com produtos que não tem qualquer efeito, enquanto seus problemas de saúde pioram e pioram. Quando finalmente aceitam consultar um médico de verdade, suas condições de saúde pioraram, o que torna o tratamento mais difícil e caro.

Tipos de golpes de saúde

Se você tivesse um problema de saúde que fosse fácil de tratar, como acnes, provavelmente procuraria um médico ou compraria algum remédio na farmácia. No entanto, se você já tivesse ido a vários médicos e nenhum tratamento tivesse funcionado, você poderia começar a se sentir um pouco desesperado. E provavelmente ficaria tentado a testar qualquer coisa que oferecesse alívio para seus sintomas.

É por isso que golpes de tratamentos milagrosos miram pessoas com problemas de saúde difíceis de tratar. Muitas destas são doenças para as quais a ciência médica atualmente não tem cura, como HIV, diabetes, esclerose múltipla e doença de Alzheimer. Outros são problemas para os quais os tratamentos reais são difíceis, dolorosos ou nem sempre eficazes, como o câncer.

Os remédios do charlatão oferecem às pessoas portadoras dessas doenças a esperança de que possam finalmente se libertar de uma vez por todas. Infelizmente, isso é um problema que eles não conseguem resolver.

Qual tratamento realmente funciona?

A verdade é que não existe uma cura para o câncer, por exemplo, que funcione para todos. Cada caso individual de câncer é diferente, e o melhor curso de tratamento varia com base no tipo de câncer e no indivíduo. Muitas vezes, duas pessoas com exatamente o mesmo câncer ainda precisam de tratamentos diferentes. Consultar um médico – ou, muitas vezes, uma equipe de médicos – é a única maneira de encontrar o curso de tratamento que tem a melhor chance de trabalhar para você.

Vale a pena arriscar um tratamento revolucionário?

Apesar das fraudes em tratamentos de saúde, existe muita pesquisa científica séria e profissionais dedicados que se dedicam constantemente à busca de novos tratamentos e alternativas que possam curar ou reduzir os sintomas de diversas doenças.

Esses tratamentos percorrem um longo caminho até poderem ser oficialmente aplicados nos pacientes. São realizados inúmeros testes em laboratórios e há incontáveis processos pelos quais eles devem ser submetidos até que possam ser aplicados ou comercializados, com o aval da FDA (Food and Drug Administration). O processo pode levar anos.

Em condições muito especiais, alguns desses tratamentos são abertos a candidatos que se dispõem a testá-los. Geralmente são portadores de doenças graves, cujos tratamentos convencionais já não surtem mais efeito. Mas, em geral, um tratamento ou remédio revolucionário só está disponível após a certeza de que sua eficácia tenha sido comprovada.

Se você viu algum desses tratamentos na TV ou na internet e gostaria de saber mais a respeito, a melhor forma de obter informações concretas e reais sobre ele é buscar a opinião de um médico especialista na área.

A consulta com um especialista, de preferência um médico de renome em sua área, pode esclarecer muitas dúvidas e lançar uma nova luz na condição de saúde do paciente.

Às vezes o resultado pode vir não de um tratamento milagroso ou revolucionário, mas de um tratamento correto que só um especialista é capaz de diagnosticar.

Lembre-se sempre de que é a sua saúde e o seu dinheiro que estão em jogo. Em vez de gastar com tratamentos duvidosos que não surtirão efeito ou podem até piorar sua saúde, invista na consulta com médicos especialistas na sua doença. O resultado pode fazer toda a diferença na sua vida.

Conheça nossas soluções de Guia Médico e encontre os melhores especialistas para o seu tratamento.


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07/maio/2019

Isso mesmo! Veja quais as vacinas mais importantes para os adultos e saiba o que fazer se você perdeu sua carteirinha de vacinação.

Quando adulto, você está sempre ocupado com a correria da vida e suas responsabilidades – mas isso não é motivo para esquecer de cuidar de si mesmo.

No Brasil, todos os anos milhares de adultos ficam gravemente doentes e são hospitalizados por causa de doenças que uma vacina poderia ter ajudado a prevenir. Essas doenças podem ser mortais, dependendo da idade e condição de saúde da pessoa. Certifique-se de que você está vacinado para a melhor proteção.

A necessidade de vacinas não desaparece com a idade. De fato, há idades específicas na vida adulta em que as vacinas são recomendadas. Além disso, a proteção contra as vacinas que você recebeu quando criança perder o efeito com o tempo. E, também, há mais vacinas disponíveis atualmente.

As vacinas que você precisa na idade adulta são determinadas por vários fatores, incluindo sua idade, estilo de vida, condição de saúde e quais vacinas você recebeu durante a sua vida. Conheça oito vacinas necessárias para adultos.

Oito vacinas necessárias para adultos

Vacina dupla tipo adulto – para difteria e tétano: A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.

Vacina Tríplice-viral – para sarampo, caxumba e rubéola: O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.

Vacina contra a hepatite B: Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. “Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença”, diz o especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares.

Pneumo 23 – Pneumonia: Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais, em locais como o Hospital das Clínicas e a Unifesp.

Vacina contra a febre amarela: Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos para prevenir a manifestação dos sintomas de febre amarela, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco.

Vacina contra o influenza (gripe): A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares. Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano.

HPV: A Anvisa recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos – em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação. O HPV possui mais de 100 tipos diferentes e a vacina protege apenas de alguns deles.

Vacina para Herpes Zóster: Embora não seja uma condição de risco de vida, o herpes zóster pode ser muito doloroso. Um estudo realizado no Brasil revelou que aproximadamente 95% dos adultos já foram expostos ao vírus do herpes zóster. Como o vírus fica latente durante muitos anos, a doença é mais comum em idosos e pessoas acima dos 50 anos.

A vacina ainda não é distribuída em postos de saúde. Se você tem mais de 50 anos e já foi exposto ao vírus da varicela, converse com seu médico para entender a necessidade de se vacinar contra a herpes zóster.

O que fazer se você perdeu a carteirinha de vacinação?

De acordo com o Ministério da Saúde, é importante guardar a carteirinha, mas quem perdeu pode recuperar o registro ou até tomar as vacinas básicas do calendário novamente caso isso não seja possível. Também qualquer brasileiro pode ir até uma sala de vacinação e tomar o imunizante, mesmo sem a carteirinha em mãos.

O consenso é que ninguém deve deixar de se vacinar porque perdeu o registro, segundo o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Embora seja importante o registro para controle individual e também para não despender recursos públicos com vacinas repetidas, não há prejuízo à saúde de tomar o imunizante novamente.

Quem perdeu o cartão de vacinação deve procurar o posto de saúde onde recebeu as vacinas para resgatar o histórico de vacinação e fazer a 2ª via da carteirinha.

Caso não consiga obter a 2ª via, é possível tomar as vacinas novamente de acordo com a faixa etária e indicações. O Ministério da Saúde recomenda consultar o Calendário Nacional de Vacinação na Unidade Básica de Saúde ou no site do ministério.

Em caso de dúvida você pode buscar o Ministério da Saúde. A pasta é responsável pelo Programa Nacional de Imunização, por meio do qual é feita a avaliação e encaminhamento dos questionamentos das atividades de vacinação das unidades de saúde.

Assim, é muito importante que crianças e adultos tomem suas respectivas vacinas para terem uma vida mais saudável e livre de doenças que podem ser evitadas.


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07/jan/2019

Diagnósticos ou tratamentos errados podem prejudicar ou atrasar a cura de um paciente. Veja como se prevenir disso.

Erros médicos podem ocorrer em qualquer lugar: nos hospitais, nas clínicas, nos centros cirúrgicos, nos consultórios, nas farmácias e na casa do paciente. Esses erros envolvem medicamentos, cirurgias, diagnósticos, equipamentos ou resultados de exames. Por isso, é preciso tomar todas as precauções para ter certeza de que você recebeu o diagnóstico correto a fim de iniciar o tratamento adequado.

Os erros de diagnóstico e tratamento podem ocorrer até mesmo em rotinas comuns, como, por exemplo, um paciente no hospital com uma dieta sem sal receber uma refeição rica em sal.

A maioria dos erros resultam de problemas criados pelos complexos sistemas de saúde. Mas os erros ocorrem também quando os médicos e pacientes possuem problemas de comunicação.

Como se prevenir de erros em diagnósticos e tratamentos?

A melhor forma de se prevenir contra diagnósticos e tratamentos errados é tornar-se um membro ativo da sua condição clínica, em vez de assumir a postura de mero espectador. Isso significa fazer parte de cada decisão sobre os cuidados com a sua saúde. Pacientes que se envolvem pessoalmente com seus tratamentos tendem a obter melhores resultados.

Por isso, separamos 20 dicas a seguir que podem ser extremamente valiosas para você.

Como se prevenir de erros em medicamentos

1 – Avise seu médico sobre todo medicamento que você está tomando. Isso inclui medicamentos prescritos e suplementos dietéticos, como vitaminas e ervas.

2 – Leve todos os remédios e suplementos na sua consulta com o médico. Isso ajuda o seu médico a falar mais sobre cada medicamento e verificar se há alguma contraindicação com algum deles.

3 – Comunique seu médico sobre qualquer alergia ou reações adversas que você já teve com algum remédio. Isso ajuda o médico a não receitar algum medicamento que possa lhe fazer mal.

4 – Quando seu médico lhe prescrever um remédio, certifique-se de que você possa ler a receita claramente. Se você não conseguir ler a caligrafia do seu médico, talvez o farmacêutico também não consiga.

5 – Peça informações ao seu médico para que você consiga entender sobre o medicamento e a prescrição:

  • Para que serve o remédio?
  • Como devo tomar e por quanto tempo?
  • Que efeitos colaterais podem surgir? O que fazer se eles ocorrerem?
  • É seguro tomar esse remédio junto com ou outros medicamentos que estou tomando e/ou com a minha atual dieta?
  • Que tipo de comida, bebida ou atividade eu devo evitar enquanto estiver tomando esse remédio?

6 – Ao receber o medicamento na farmácia, pergunte: “este é o remédio exato que o meu médico receitou?”. Isso fará com que o farmacêutico verifique novamente a receita, a fim de evitar qualquer erro.

7 – Se tiver qualquer dúvida sobre a bula do remédio, pergunte. Bulas podem ser difíceis de entender. Por exemplo, pergunte se “quatro vezes ao dia” significa tomar uma dose a cada seis horas exatas (noite e dia) ou apenas durante o dia.

8 – Pergunte ao farmacêutico sobre a melhor forma de medir seu remédio líquido. Por exemplo, muitas pessoas usam colheres de chá, mas que necessariamente podem não conter toda a dose necessária. Utilizar seringas ou copos-medida ajudam a tomar a dose exata.

9 – Peça informação por escrito sobre os efeitos colaterais que o seu medicamento pode causar. Se você sabe que pode haver alguma reação ao remédio, é bom estar preparado caso algo inesperado ocorra.

Como se prevenir de erros em internações em hospitais

10 – Se estiver em um hospital, pergunte a todos os médicos e enfermeiros que precisarem tocar em você se eles lavaram as mãos. Isso ajuda a prevenir doenças e evita que infecções se espalhem no hospital.

11 – Ao receber alta do hospital, peça para o médico explicar sobre o tratamento que você deve seguir em casa. Isso inclui informações sobre os novos remédios, agenda de novas consultas e se você pode retomar suas atividades regulares. É importante saber se você deve ou não continuar tomando os remédios que tomava antes da internação.

Como se prevenir de erros em cirurgias

12 – Se tiver que passar por uma cirurgia, certifique-se de que você, seu médico e o cirurgião estão de acordo com o que deve ser feito. Fazer uma cirurgia do lado errado (por exemplo, operar o joelho esquerdo em vez do direito) é raro, mas pode acontecer. Por isso, é importante que haja um perfeito entendimento do processo até minutos antes de entrar no centro cirúrgico.

13 – Se puder escolher, opte por um hospital especializado na cirurgia que você irá fazer. Prefira hospitais especializado na cirurgia que você precisará fazer. Eles possuem melhores estruturas tanto de equipamentos quanto de profissionais experientes, o que reduz drasticamente as chances de erros.

Como se prevenir de erros médicos gerais

14 – Pergunte se tiver alguma dúvida ou receio. Você tem o direito de questionar tudo o que estiver relacionado com sua saúde.

15 – Certifique-se de que uma única pessoa coordene seu tratamento. Pode ser seu médico principal ou algum médico do hospital (se estiver internado), mas isso é muito importante caso você tenha muitos problemas de saúde.

16 – Garanta que todos os médicos tenham acesso às suas informações de saúde. Em um hospital, você pode ser atendido por muitos plantonistas. Por isso, não presuma que todos possuem as informações completas sobre seu estado.

17 – Peça a um amigo ou parente para ir às consultas com você. Isso garante que outra pessoa além de você receba as informações do médico, podendo ajudar caso você esqueça ou não tenha entendido algo.

18 – Se fizer um exame, não presuma que nenhum resultado é uma boa notícia. Pergunte quando e como você receberá os resultados.

19 – Entenda que “mais” nem sempre é melhor. É uma boa ideia descobrir por que um exame ou tratamento é necessário e como ele pode ajudá-lo. Você poderia estar melhor sem isso.

20 – Aprenda sobre sua condição e tratamentos com seu médico e recorra a outras fontes confiáveis. Pergunte ao seu médico se o seu tratamento é baseado nas evidências clínicas mais recentes. Se não se sentir confortável, busque uma segunda opinião médica – ou até uma terceira, se necessário.

Seguindo essas dicas, você consegue se prevenir de erros em diagnósticos e tratamentos, o que lhe garantirá uma maior segurança e certeza de que está no caminho certo para melhorar sua saúde.


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15/ago/2018

Tire as suas dúvidas a respeito do congelamento de óvulos e saiba mais sobre essa técnica que tem ajudado muitas mulheres a se tornarem mães.

O congelamento de óvulos pode ser benéfico, por uma série de razões, para as mulheres que desejam preservar sua fertilidade para o futuro, incluindo:

  • Mulheres que querem ou precisam adiar a gravidez para buscar objetivos educacionais, profissionais ou outros objetivos pessoais;
  • Mulheres diagnosticadas com câncer;
  • Mulheres com objeções ao armazenamento de embriões congelados por motivos religiosos e/ou morais.

Quando devo congelar meus óvulos?

Uma mulher em seus primeiros anos reprodutivos pode se sentir confiante em relação ao cronograma de construção de sua família. Ter um parceiro que também se sente pronto para conceber e um corpo que irá cooperar com os planos ajudará a acelerar sua meta de se tornar mãe. Infelizmente, nem toda mulher tem um caminho desimpedido para a gravidez, e algumas podem se perguntar quanto tempo esperar antes de explorar a preservação da fertilidade.

A resposta simples é buscar o congelamento de óvulos, ou criopreservação de óvulos, nos primeiros anos de fertilidade reprodutiva – 20 e 30 anos – para aproveitar a qualidade e a quantidade de óvulos.

Como funciona o congelamento de óvulos?

Embora os espermatozoides e os embriões tenham se mostrado fáceis de congelar, o óvulo é a maior célula do corpo humano e contém uma grande quantidade de água. Quando congelados, formam cristais de gelo que podem destruir a célula. Ao longo dos anos, descobriu-se é preciso desidratar o ovo e substituir a água por um “anticongelante” antes do congelamento, para evitar a formação de cristais de gelo. Como a casca do óvulo endurece quando congelada, os espermatozoides devem ser injetados com uma agulha para fertilizar o óvulo, usando uma técnica padrão conhecida como Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides (ICSI).

Os óvulos são congelados utilizando um método de congelamento lento ou um processo de congelamento instantâneo conhecido como vitrificação, que impedem a formação dos cristais de gelo e aumentam as chances de sobrevivência dos óvulos após o descongelamento.

Por quanto tempo os óvulos podem permanecer congelados?

Não existe um tempo limite. O congelamento, quando bem-feito, preserva as características do óvulo, que pode ser utilizado anos mais tarde. Assim que passou pelo procedimento, o óvulo não envelhece mais e suas características são mantidas.

A temperatura de congelamento é de geralmente 196°C negativos. Com base em evidências científicas, há casos de gravidez após 10 anos de congelamento, o que mostra que o armazenamento a longo prazo de óvulos congelados não resulta em nenhuma diminuição na qualidade.

E se eu tiver mais de 38 anos de idade?

As expectativas são de que as taxas de gravidez de óvulos congelados dependerão da idade das mulheres no momento em que ela congelar seus óvulos, mas não serão afetadas pela idade em que ela volta a usá-los.

Entretanto, a chance de gravidez em mulheres que congelam seus óvulos com mais de 38 anos é menor do que a observada em mulheres mais jovens. Até o momento, há poucos relatos de gravidez em mulheres com mais de 38 anos por meio de congelamento de óvulos.

A gravidez é garantida com o congelamento de óvulos?

A técnica não representa 100% de garantia, pois depende do sucesso da fertilização in vitro. Além disso, os valores são altos. A coleta da célula e o processo de vitrificação giram em torno de R$7 mil e R$15mil.  As injeções de hormônios, necessárias durante o tratamento, podem custar até R$8 mil. Também é preciso pagar um “aluguel” para manter os óvulos armazenados nos laboratórios, com taxa que varia de R$700 a R$1 mil por ano. Fora o procedimento da fertilização in vitro (R$8 mil a R$12mil reais por tentativa) quando decidir fazer o descongelamento.

Mas as taxas de sucesso são boas. Estima-se que 300 mil bebês ao redor do mundo já nasceram de óvulos congelados.