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22/Maio/2018

Sabia que uma sessão de exercícios de 30 minutos pode fornecer proteção imediata e duradoura para seu coração?

Por que a atividade física faz tão bem para o coração? Existem muitas respostas para essa pergunta. A primeira, obviamente, é que o exercício queima calorias, o que ajuda a manter ou alcançar um peso ideal e saudável. Atividades físicas regulares também melhoram fatores ligados à saúde cardiovascular, resultando em uma menor pressão sanguínea, baixos níveis de colesterol e melhor controle do açúcar no sangue.

E isso não é tudo. O exercício também promove mudanças fisiológicas positivas, como estimular as artérias do coração a se dilatarem melhor. Isso também ajuda o sistema nervoso simpático (que controla a frequência cardíaca e a pressão arterial) a ser menos reativo. Mas essas mudanças podem levar semanas, meses ou até anos para atingirem seu efeito total.

No entanto, de acordo com a publicação médica JAMA Cardiology (edição de 29 de novembro de 2017), até mesmo uma única série de exercícios pode proteger seu coração imediatamente por meio de um processo conhecido como pré-condicionamento isquêmico. Descobriu-se que um pouco de isquemia – definida como um suprimento inadequado de sangue para parte do corpo, especialmente para o coração – pode ser uma coisa boa.

Seguindo o fluxo sanguíneo

“A ideia é que quando você tem um bloqueio coronariano e se exercita, a área do coração além do bloqueio está ‘faminta’ pelo fornecimento de sangue – mais do que quando você está em repouso”, diz a cardiologista Dra. Meagan Wasfy do Cardiovascular Performance Program no Hospital Geral de Massachusetts, afiliado à Harvard. “Isso estabelece uma série de vias moleculares e metabólicas que ajudam o coração a se adaptar a esse fluxo sanguíneo inadequado”, explica a doutora.

O pré-condicionamento isquêmico (ou exercício) é semelhante a algo que a Dra. Wasfy e seus colegas observam na rotina de pacientes com doenças cardíacas que se exercitam. Eles começam correndo, mas se sentem cansados ou têm angina rapidamente, então andam por alguns minutos. Mas uma vez que eles começam a correr novamente, parece muito mais fácil na segunda tentativa. Conhecido como “angina de aquecimento”, esse fenômeno foi descrito pela primeira vez há cerca de 200 anos.

O exato mecanismo biológico do pré-condicionamento isquêmico ainda permanece um mistério. Uma teoria aponta para um fator encontrado no sangue envolvido na ativação do receptor opióide. Mais importante, os benefícios podem se estender além de facilitar o exercício. Estudos em animais sugerem que o pré-condicionamento isquêmico parece proteger o coração caso um ataque cardíaco ocorra mais tarde, reduzindo o dano em até 50%.

Exercícios são uma apólice de seguro para seu coração

As pessoas com risco de doença cardíaca muitas vezes lutam com a incerteza de saber se suas artérias contêm placas de gordura que podem causar um ataque cardíaco. A menos que apresentem alguns sintomas específicos, é difícil justificar testes potencialmente invasivos ou caros.

O que pode ser reconfortante, no entanto, é pensar no exercício como uma apólice de seguro que pode oferecer proteção de curto e longo prazo para o seu coração. Uma única sessão de exercícios pode proteger o sistema cardiovascular por duas a três horas. Em essência, você está treinando seu coração para ser mais resiliente.

Mas essa proteção está condicionada a uma certa intensidade de exercício. Simplesmente andar o dia todo pode não funcionar. Para que seu coração trabalhe com afinco o suficiente para ativar as vias metabólicas moleculares responsáveis pela pré-condição do coração, você precisa se exercitar de forma moderada a vigorosa.

Quanto à duração dos exercícios, 30 minutos por dia é o ponto ideal para proteção de saúde quase máxima e resultam em benefícios como:

  • Prevenção de doenças cardíacas;
  • Redução do risco de alta pressão sanguínea, diabetes e derrame;
  • Ajuda a eliminar o hábito de fumar;
  • Auxilia na reabilitação cardíaca;
  • Estabelece boa saúde do coração em crianças;
  • Aumenta e fortalece a imunidade;
  • Reduz a pressão sanguínea em pessoas com pressão alta;
  • Ajuda a reduzir o stress, tensão, depressão e ansiedade;
  • Ajuda a controlar o peso;
  • Melhora a saúde geral e bem-estar, prolongando a saúde do coração.

Mas o ideal é dividir esses 30 minutos em três sessões de 10 minutos, recomenda a Dra. Wasfy. É importante também ressaltar, entretanto, que se você não estiver acostumado a fazer qualquer exercício, obtenha autorização e recomendação do seu médico antes de começar.


12/Maio/2018

Avanços da medicina permitem que uma cirurgia cardíaca seja feita de forma minimamente invasiva por meio de robôs, resultando em maior precisão e com excelentes resultados pós-cirúrgicos.

Até poucos anos atrás poderia parecer impossível que uma das cirurgias mais complexas existentes pudesse ser feita apenas com pequenas incisões. As cirurgias minimamente invasivas começaram com procedimentos simples, mas o decorrer dos anos e os avanços da medicina permitiram aos cirurgiões realizar cirurgias maiores e cada vez mais complexas.

Atualmente já é possível fazer a cirurgia cardíaca minimamente invasiva. O procedimento é feito através de pequenas incisões no tórax utilizando instrumentos robóticos especializados.

Quando essa cirurgia é necessária?

Com este procedimento menos invasivo, ampliam-se as possibilidades do tratamento cirúrgico das doenças do coração, e já existem muitos tipos de procedimentos cardíacos que podem ser realizados com essa cirurgia robótica. Entre eles, destacam-se:

  • Reparo e substituição da válvula mitral;
  • Reparo e substituição da válvula tricúspide;
  • Substituição valvar aórtica;
  • Defeito do septo atrial e fechamento do forame oval patente;
  • Cirurgia de defeito septal atrioventricular;
  • Procedimento de labirinto para fibrilação arterial;
  • Cirurgia de revascularização miocárdica;
  • Safena de veia safena para cirurgia de revascularização do miocárdio.

 

Benefícios da cirurgia robótica

A cirurgia cardíaca minimamente invasiva não é uma opção para todos, mas pode oferecer benefícios potenciais aos pacientes nos quais ela é realizada. Entre os principais benefícios estão a menos perda de sangue, menos risco de infecção, menos dor, menor tempo de internação no hospital, uma recuperação mais rápida e retorno mais rápido às atividades normais, além de cicatrizes menores e menos perceptíveis.

Como funciona a cirurgia cardíaca robótica?

Os recentes avanços tecnológicos ocorridos concomitantemente à crescente demanda por procedimentos menos invasivos têm ganhado cada vez mais destaque entre os cirurgiões – sim, os robôs têm revolucionado as salas de cirurgia.

Na cirurgia cardíaca robótica é usado um console de computador especialmente projetado para controlar instrumentos cirúrgicos em braços robóticos. Todo o procedimento é feito por um cirurgião especificamente habilitado e treinado para manipular os braços do robô remotamente.

A ideia não é substituir o cirurgião, mas sim ampliar as precisões da cirurgia, principalmente nos casos mais delicados.

Quem pode fazer a cirurgia robótica?

Infelizmente, a cirurgia do coração minimamente invasiva não se aplica a todos os casos. Nem todos podem se submeter a essa cirurgia robótica, pois isso pode variar de caso para caso, dependendo do quadro clínico e das necessidades do paciente.

Apenas o médico e a equipe de tratamento poderão avaliar se o paciente poderá se submeter à cirurgia robótica. O médico deverá realizar exames apropriados para verificar a condição do paciente e se ele atende ao perfil para fazer este tipo de cirurgia.

Em que casos é feita a cirurgia robótica?

Geralmente ela é utilizada para:

  • Correção da valvopatia mitral, aórtica e tricúspide;
  • Correção cirúrgica da fibrilação atrial;
  • Correção da comunicação interatrial (CIA);
  • Ressecção de tumores intracardíacos;
  • Revascularização do miocárdio.

Se você tem problemas de coração e precisa de uma cirurgia, converse com seu médico para entender melhor se você também pode usufruir desses avanços tecnológicos que não param de evoluir.


07/Maio/2018

Com excelentes resultados e ótima recuperação, as atuais cirurgias da válvula mitral têm devolvido a qualidade de vida para algumas crianças.

Afinal, o que é a válvula mitral?  Ela é a estrutura do coração responsável pela passagem de sangue do átrio para o ventrículo esquerdo. Infelizmente, o número de crianças com lesões nesta válvula tem sido consideravelmente alto nos últimos tempos.

Mas, graças ao avanço da tecnologia, nem sempre é necessário a realização de uma cirurgia cardíaca. Técnicas minimamente invasivas vêm sendo cada vez mais utilizadas por se mostrarem mais benéficas para os pacientes tanto do ponto de vista funcional quanto estético.

Por isso, tem sido comum a substituição ou troca da válvula cardíaca, principalmente em crianças.

O que é prolapso da válvula mitral?

O prolapso da válvula mitral (ou sopro no coração) é um problema cardíaco comum, no qual a válvula que separa as câmaras superior e inferior do lado esquerdo do coração não fecha apropriadamente. A internação de pacientes com prolapso da valva mitral (PVM) raramente é necessária, exceto no caso de complicações ou para consideração de intervenção cirúrgica.

Na infância, a PVM não é progressiva e a terapia específica não é indicada para a maioria dos pacientes. Pacientes assintomáticos com cliques sistólicos mitrais isolados precisam apenas de aconselhamento e reafirmação. O acompanhamento clínico e ecocardiográfico a cada 2 ou 5 anos pode ser suficiente.

É necessário evitar o uso excessivo de cafeína, cigarros, álcool e medicamentos vendidos sem prescrição médica que contenham estimulantes como epinefrina ou efedrina.

Cirurgia cardíaca robótica

A cirurgia cardíaca robótica representa um grande avanço no campo das intervenções minimamente invasivas. Por meio desta técnica já é possível realizar procedimentos com incisões mínimas e com o auxílio de um sistema robótico. Um cirurgião especificamente habilitado e treinado manipula remotamente os braços do robô por meio de um console.

Um dos braços robóticos segura uma microcâmera que é inserida no tórax do paciente para captar imagens em alta definição, ampliadas e tridimensionais, o que confere maior nitidez à cirurgia. As imagens são enviadas ao console para que o médico as visualize.

Cirurgia da válvula mitral em crianças

Avanços relativamente recentes tornaram a cirurgia valvar mitral reconstrutiva viável em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência mitral grave (RM) secundária ao prolapso da válvula mitral, ou ambos. Alguns cirurgiões defendem o reparo robótico da válvula mitral por ser uma abordagem menos invasiva e com bons resultados.

Em um estudo retrospectivo (1993-2013) de 4.477 crianças submetidas à cirurgia mitral para avaliar se a correção cirúrgica da válvula de duplo folheto reduz a incidência de disritmias ventriculares, 5 de 8 crianças que tiveram prolapso da válvula mitral, mostraram uma boa recuperação pós-cirúrgica e redução de arritmia cardíaca. O que mostra que cada vez mais crianças poderão seguir suas vidas normalmente, graças aos avanços da tecnologia.


20/abr/2018

Receber o diagnóstico de câncer não significa o fim de tudo. Veja aqui quais são os principais obstáculos de um paciente e como superá-los.

Definitivamente, o câncer muda a vida das pessoas. Não é fácil escutar: “Você está com câncer”. São simples palavras, mas com grande poder e impacto sobre quem as ouve. Para muitos, é como se seus sonhos e planos para a vida fossem interrompidos ao ouvir essa frase. Certamente, o maior desafio desta jornada começa com o recebimento da notícia. O paciente com câncer e sua família passam a enfrentar duas lutas: uma interna contra medos e inseguranças; e outra externa com o tratamento.

Muitas vezes a luta parece maior quando você não sabe nem por onde começar. Como será o tratamento? Quanto tempo isso vai durar? Tem cura? Como fica minha família nesse período? E ter que lutar pela vida, além de tudo isso, parece assustador. Afinal, receber a notícia que sua meta de vida agora é viver não é algo simples.

Ansiedade, medo e depressão afetam a saúde emocional não só dos pacientes como dos familiares ao seu redor. Dúvidas como “quanto tempo me resta?”, “o tratamento dará resultado?”, “como ficará minha família?”, entre tantas outras, podem ser angustiantes e assustadoras para os pacientes, caso não tenham o apoio e a orientação necessários.

Algumas pessoas conseguem administrar a notícia com mais fé e, desde o primeiro momento, lutam para vencer a doença. Sobreviver torna-se a sua ‘paixão’ e não medem esforços para conseguir a vitória.

Quais as maiores barreiras que os pacientes com câncer enfrentam?

Os pacientes com câncer precisam superar muitos desafios desde o início. A primeira barreira que precisam vencer é da ansiedade, uma reação normal ao câncer, primeiro porque a sensação de estar perdido, sem saber para onde ir, é avassaladora. Depois, esperar pelos resultados de exames e pelo diagnóstico final também pode ser uma grande tortura para muitos.  Fortalecer o lado emocional, contar com o apoio da família e de amigos e de profissionais competentes, além de procurar seguir a vida da forma mais natural possível ajuda a reduzir a ansiedade.

Outro tema que tira o sono das famílias e dos pacientes é a parte financeira, já que fazer tratamentos com os melhores especialistas do mundo requer muitos recursos. Pode parecer difícil, mas não é impossível.

O fato de não contar com apoio especializado, que se encarregue de detalhes burocráticos que o paciente não está emocionalmente preparado para resolver, também aumenta a ansiedade e a preocupação após o diagnóstico de câncer.

Os pacientes também têm que enfrentar desafios como fadiga e os efeitos colaterais do tratamento. Náuseas e cansaço excessivo são verdadeiras barreiras que o paciente com câncer precisa enfrentar constantemente, dificultando tanto os serviços domésticos quanto os profissionais. As mudanças físicas afetam a confiança e a autoestima; o sofrimento e dor levam a temer a morte e a impossibilidade de fazer tarefas cotidianas; e surge o stress por não se sentirem autossuficientes. Esse conjunto de emoções e sentimentos muitas vezes pode intensificar um quadro clínico que não é tão grave. Mas então, o que fazer?

Como reagir ao diagnóstico de câncer?

Pacientes com maior apoio de familiares, amigos e profissionais tendem a se sentir menos ansiosos e deprimidos, tendo assim uma melhor qualidade de vida. Ouvir e encorajar pacientes com câncer ajuda a reduzir o sofrimento e angústia de preocupações futuras. Por isso, algumas dicas podem ser muito úteis para ajudar quem está em tratamento:

  • Converse com quem já passou pelo tratamento;
  • Ouça com atenção os sentimentos e conselhos dessa pessoa;
  • Obtenha ajuda através de aconselhamento de grupos de apoio;
  • Pratique meditação, oração ou busque algum apoio espiritual;
  • Faça exercícios de respiração profunda e relaxamento;
  • Converse com um médico sobre o uso de medicamentos para controle de ansiedade ou antidepressivos, se necessário.
  • Tenha uma equipe competente de apoio para resolver detalhes que você pode evitar, como negociação com hospitais e médicos, agendamento de consultas e viagens, entre outros serviços.

Os pacientes com câncer devem buscar apoio nas pessoas que amam, compartilhando suas dores e medos e precisam se lembrar de que não estão sozinhos. O suporte emocional da família, juntamente com uma ajuda psicológica adequada e, para muitos, o apoio espiritual, podem reduzir drasticamente seus anseios e angústias, fortalecendo os pacientes para que possam passar pelo tratamento com mais força e disposição.

E, por fim, esqueça estatísticas e qualquer tipo de pesquisa. É preciso manter o foco apenas no tratamento e na recuperação. Sobreviver ao câncer exige esforço físico e emocional. Não só do paciente, mas de todos os familiares e amigos que o cercam.

É sempre importante ter em mente que o seu mundo não acabou. Este é apenas um obstáculo na pista que deve ser transposto para que você retome seus planos e sonhos com ainda mais garra.


14/abr/2018

Sabia que pacientes com câncer têm direitos especiais garantidos por lei? Veja aqui quais são eles.

A descoberta e o tratamento do câncer são, sem dúvida, um divisor de águas na vida de uma pessoa. E com essa mudança, o que o paciente com câncer menos precisa são mais problemas.

Por isso, para facilitar a vida e reduzir certas burocracias, existem direitos especiais garantidos por lei para as pessoas portadoras da doença.

Ainda hoje muitos pacientes com câncer não têm conhecimento desses direitos. São vários benefícios assegurados por lei, desde o acesso a medicamentos até a isenção de impostos. Veja a seguir quais são eles.

Conheça os direitos do paciente com câncer

Saque do FGTS: O trabalhador acometido por câncer ou que possua qualquer dependente com a doença tem direito de levantar o FGTS.

Retirada do PIS/PASESP: Poderá ser retirado por qualquer trabalhador com câncer cadastrado na Caixa Econômica Federal ou por qualquer trabalhador que tenha dependentes com a doença.

Compra de veículos adaptados: O paciente com câncer ou que tenha alguma sequela limitante da doença poderá comprar um veículo adaptado com desconto nos impostos.

Isenção de IPI: Pacientes com câncer que tenham alguma deficiência física (comprovado por exames e laudos médicos) terão desconto do imposto na compra do veículo.

Isenção de ICMS: Como é um imposto estadual, é necessário que seja observado na lei de cada Estado se há menção para a concessão de isenção ICMS para pessoas com câncer. No Estado de São Paulo, por exemplo, existe a isenção.

Isenção de IPVA: É também um imposto estadual em que cada Estado tem legislação própria que o regulamenta. Por isso, o paciente com câncer deve conferir na lei de seu Estado se há isenção para veículos adaptados ou adquiridos por deficientes físicos.

Dispensa do Rodízio: Em São Paulo é possível obter a dispensa do rodízio de veículos para as pessoas em tratamento de câncer, desde que o seu veículo esteja devidamente cadastrado.

Quitação de financiamento de imóvel: No caso de invalidez permanente em razão da doença, é possível solicitar a quitação do saldo devedor de financiamento imobiliário. Mas a incapacidade deve ter sido adquirida após a assinatura do contrato de compra do imóvel.

Aposentadoria por invalidez: O segurado que for considerado incapaz de trabalhar e não esteja sujeito à reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência, independentemente de estar recebendo ou não o auxílio-doença, terá direito ao benefício.

O paciente com câncer terá direito ao pagamento da aposentadoria desde que esteja na qualidade de segurado e, também, após ser examinado em perícia e comprovada a sua condição.

Isenção de imposto de renda na aposentadoria: Pacientes com câncer estão isentos do Imposto de Renda relativo aos rendimentos de aposentadoria.

Esta isenção é aplicada aos proventos de aposentadoria ou reforma aos portadores de doenças graves, mesmo quando a doença tenha sido identificada após a aposentadoria.

Assistência permanente: Assistência permanente é o acréscimo de 25% na aposentadoria por invalidez do segurado que necessitar de assistência permanente de outra pessoa. É necessário a comprovação da incapacidade permanente para realizar as atividades diárias.

Auxílio doença: O paciente com câncer tem direito ao recebimento do auxílio doença desde que fique impossibilitado de trabalhar para seu sustento. Neste caso, deverá ser realizado perícia médica do INSS para comprovar.

Amparo assistencial ao idoso e ao deficiente: É um benefício que garante um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais, que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção, nem de tê-la provida por sua família.

Para ter direito, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja menor que 1/4 do salário-mínimo vigente.

Cirurgia de reconstrução mamária: Toda mulher que teve uma ou ambas as mamas amputadas ou mutiladas em decorrência do tratamento do câncer tem direito à realização de cirurgia plástica de reconstrução mamária, quando devidamente recomendada pelo médico responsável.

Em decorrência da falta de conhecimento, os pacientes com câncer muitas vezes acabam privados destes benefícios.

Por isso, toda ajuda neste momento é fundamental, tanto para o paciente quanto para os familiares que, na maioria das vezes, acabam ficando desnorteados e sem o que fazer.

A Gema tem uma grande preocupação sobre este tema e busca ajudar com todas as questões burocráticas para auxiliar o paciente diagnosticado com câncer a ter mais tranquilidade no seu tratamento.


08/abr/2018

Conheça os últimos avanços da medicina no tratamento do câncer e veja os benefícios que eles trazem para os pacientes.

De acordo com as últimas estatísticas globais, quase 9 milhões de pessoas por ano perdem a vida devido ao câncer. Isso equivale a aproximadamente 22 mil mortes por dia. A grande variedade de tipos de câncer e os seus diversos sintomas acabam dificultando o tratamento, e essas estatísticas preocupantes ressaltam a urgência de encontrar melhores soluções para os pacientes. Mas a boa notícia é que na última década o tratamento da doença avançou, tanto no âmbito tecnológico quanto na abordagem multiprofissional, e no atendimento individualizado dos pacientes.

Com o passar dos anos, percebeu-se que muitos cânceres que eram considerados como sendo de um determinado tipo, na realidade eram tipos diferentes e, por isso, alguns tratamentos eram ineficazes. Dessa forma, uma das grandes mudanças adotadas foi o tratamento individualizado.

Hoje se estuda o perfil biológico do tumor, identificando suas alterações específicas. Um exemplo para entender isso melhor é o fato de antigamente tratar-se o câncer de mama após a cirurgia da mesma maneira que antes dela. Hoje os tratamentos pré e pós-cirúrgicos são bastantes distintos. Além disso, outro avanço é com relação à cirurgia. Atualmente o tratamento cirúrgico é bem mais conservador, tendo uma maior preservação dos órgãos.

Avanços no tratamento do câncer

Tecnologia

Na parte tecnológica, as cirurgias robóticas vêm ganhando destaque. Isto porque ela é menos invasiva e, como consequência, ocorre menos sangramento e há menos dor. O paciente que se submete a uma cirurgia robótica tende a ficar menos tempo internado e com melhores resultados funcionais, melhorando ainda mais o tratamento de muitos tumores.

Quimioterapia

No campo do tratamento com quimioterapia também ocorreram bons avanços. Passou-se a utilizar medicamentos específicos, como antagonistas hormonais, anticorpos monoclonais e modalidades da terapia alvo-dirigida, que têm mostrado melhores resultados nas respostas dos pacientes ao tratamento.

Radioterapia

Com o avanço da tecnologia, as máquinas atuam com muito mais precisão, programadas para irradiar apenas o tumor, preservando ao máximo os órgãos saudáveis adjacentes. A radioterapia estereotáxica, por exemplo, permite irradiar precisamente um tumor no pulmão e no fígado, mesmo com os movimentos respiratórios do paciente a movimentação natural destes órgãos. Com isso, a probabilidade de efeitos colaterais e sequelas é reduzida drasticamente, o que permite ao paciente uma recuperação muito mais rápida.

Imunoterapia

A imunoterapia foi considerada o maior avanço dos últimos anos no combate ao câncer. Esta técnica estimula o organismo do paciente a detectar a doença e atacá-la, por meio de drogas que modificam a resposta imunológica do doente.  É sem dúvida uma revolução dentro do tratamento do câncer.

Nas últimas décadas, a imunoterapia tornou-se uma parte importante do tratamento de alguns tipos de câncer. Novos tipos de tratamentos imunológicos estão sendo estudados e terão grande impacto sobre como trataremos o câncer no futuro.

O mais importante é que os estudos não param. Muitos tipos mais recentes de imunoterapia estão sendo estudados para uso contra o câncer e a esperança de cura definitiva para esta doença é cada vez maior. E os pacientes agradecem.