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08/jan/2022

Sabia que uma sessão de exercícios de 30 minutos pode fornecer proteção imediata e duradoura para seu coração?

Por que a atividade física faz tão bem para o coração? Existem muitas respostas para essa pergunta. A primeira, obviamente, é que o exercício queima calorias, o que ajuda a manter ou alcançar um peso ideal e saudável. Atividades físicas regulares também melhoram fatores ligados à saúde cardiovascular, resultando em uma menor pressão sanguínea, baixos níveis de colesterol e melhor controle do açúcar no sangue.

E isso não é tudo. O exercício também promove mudanças fisiológicas positivas, como estimular as artérias do coração a se dilatarem melhor. Isso também ajuda o sistema nervoso simpático (que controla a frequência cardíaca e a pressão arterial) a ser menos reativo. Mas essas mudanças podem levar semanas, meses ou até anos para atingirem seu efeito total.

No entanto, de acordo com a publicação médica JAMA Cardiology (edição de 29 de novembro de 2017), até mesmo uma única série de exercícios pode proteger seu coração imediatamente por meio de um processo conhecido como pré-condicionamento isquêmico. Descobriu-se que um pouco de isquemia – definida como um suprimento inadequado de sangue para parte do corpo, especialmente para o coração – pode ser uma coisa boa.

Seguindo o fluxo sanguíneo

“A ideia é que quando você tem um bloqueio coronariano e se exercita, a área do coração além do bloqueio está ‘faminta’ pelo fornecimento de sangue – mais do que quando você está em repouso”, diz a cardiologista Dra. Meagan Wasfy do Cardiovascular Performance Program no Hospital Geral de Massachusetts, afiliado à Harvard. “Isso estabelece uma série de vias moleculares e metabólicas que ajudam o coração a se adaptar a esse fluxo sanguíneo inadequado”, explica a doutora.

O pré-condicionamento isquêmico (ou exercício) é semelhante a algo que a Dra. Wasfy e seus colegas observam na rotina de pacientes com doenças cardíacas que se exercitam. Eles começam correndo, mas se sentem cansados ou têm angina rapidamente, então andam por alguns minutos. Mas uma vez que eles começam a correr novamente, parece muito mais fácil na segunda tentativa. Conhecido como “angina de aquecimento”, esse fenômeno foi descrito pela primeira vez há cerca de 200 anos.

O exato mecanismo biológico do pré-condicionamento isquêmico ainda permanece um mistério. Uma teoria aponta para um fator encontrado no sangue envolvido na ativação do receptor opióide. Mais importante, os benefícios podem se estender além de facilitar o exercício. Estudos em animais sugerem que o pré-condicionamento isquêmico parece proteger o coração caso um ataque cardíaco ocorra mais tarde, reduzindo o dano em até 50%.

Exercícios são uma apólice de seguro para seu coração

As pessoas com risco de doença cardíaca muitas vezes lutam com a incerteza de saber se suas artérias contêm placas de gordura que podem causar um ataque cardíaco. A menos que apresentem alguns sintomas específicos, é difícil justificar testes potencialmente invasivos ou caros.

O que pode ser reconfortante, no entanto, é pensar no exercício como uma apólice de seguro que pode oferecer proteção de curto e longo prazo para o seu coração. Uma única sessão de exercícios pode proteger o sistema cardiovascular por duas a três horas. Em essência, você está treinando seu coração para ser mais resiliente.

Mas essa proteção está condicionada a uma certa intensidade de exercício. Simplesmente andar o dia todo pode não funcionar. Para que seu coração trabalhe com afinco o suficiente para ativar as vias metabólicas moleculares responsáveis pela pré-condição do coração, você precisa se exercitar de forma moderada a vigorosa.

Quanto à duração dos exercícios, 30 minutos por dia é o ponto ideal para proteção de saúde quase máxima e resultam em benefícios como:

  • Prevenção de doenças cardíacas;
  • Redução do risco de alta pressão sanguínea, diabetes e derrame;
  • Ajuda a eliminar o hábito de fumar;
  • Auxilia na reabilitação cardíaca;
  • Estabelece boa saúde do coração em crianças;
  • Aumenta e fortalece a imunidade;
  • Reduz a pressão sanguínea em pessoas com pressão alta;
  • Ajuda a reduzir o stress, tensão, depressão e ansiedade;
  • Ajuda a controlar o peso;
  • Melhora a saúde geral e bem-estar, prolongando a saúde do coração.

Mas o ideal é dividir esses 30 minutos em três sessões de 10 minutos, recomenda a Dra. Wasfy. É importante também ressaltar, entretanto, que se você não estiver acostumado a fazer qualquer exercício, obtenha autorização e recomendação do seu médico antes de começar.


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28/dez/2021

Os exames periódicos são capazes de detectar e prevenir doenças. Veja quais exames você deve fazer e conheça novas tendências de consulta médica.

Uma das maiores vantagens da medicina moderna e de seu progresso é o fato de que as doenças mais comuns hoje em dia podem ser tratadas, curadas ou controladas com sucesso, se diagnosticadas oportunamente.

Infelizmente, muitos pacientes aguardam o motivo mais comum para procurar ajuda médica: a dor. Como muitas doenças graves tendem a ficar em silêncio por um longo tempo antes de expor os primeiros sintomas, isso leva à perda de tempo precioso e a oportunidades de intervir com o tratamento a tempo. Os exames periódicos, também conhecidos como check-ups de rotina, são um importante método preventivo para garantir sua saúde e bem-estar a longo prazo.

 

Eles devem ser acompanhados sempre pelo seu médico de confiança, de preferência a mesma pessoa durante um longo período, para que ele possa acompanhar seu histórico médico e monitorar de perto os problemas de saúde já existentes. Alguns exames e análises de rotina podem ser realizados de vez em quando, sem programação precisa, enquanto outros testes específicos para algumas condições têm seu cronograma e frequência recomendados que devem ser respeitados.

A importância dos exames periódicos

Seja por falta de tempo ou preguiça mesmo, a maioria das pessoas passa anos sem ir ao médico, buscando a medicina somente quando os primeiros sinais de uma doença surgem em seu corpo.

O que estas pessoas não sabem é que os exames periódicos são fontes importantes para o rastreamento e identificação preventiva de doenças precoces.

Os exames periódicos são testes clínicos nos quais o qual o médico atesta sobre o estado de saúde da pessoa, levando em consideração os hábitos e antecedentes familiares.

A importância de um exame periódico consiste na capacidade de identificar e tratar doenças em estágios iniciais, o que aumenta drasticamente as chances de cura e recuperação do paciente.

 

Exames periódicos devem incluir testes laboratoriais

Exames de sangue de rotina, assim como alguns outros testes de laboratório, se realizados ocasionalmente, podem revelar uma miríade de condições subjacentes ou pelo menos sugerir que há algo errado com alguns dos órgãos.

Assim, o exame preventivo deve incluir hemograma completo com fórmula de glóbulos brancos, a concentração de açúcar no sangue, eletrólitos, análise de colesterol e outras frações de gordura no sangue, enzimas hepáticas e parâmetros renais, entre outros que o paciente exigir.

O teste específico deve incluir Papanicolau para mulheres, teste de antígeno específico da próstata, mamografia, exames de urina, imagem intestinal e radiografia de tórax.

 

Com que frequência devo fazer exames?

A frequência dos check-ups de rotina pode variar de pessoa para pessoa, pois ela se baseia no histórico de saúde de cada um, idade, sexo e hábitos.

Mas de um modo geral, para pessoas que não possuem qualquer problema de saúde, o indicado é que adultos devem fazer exames periódicos a cada dois anos.

Já aqueles que têm algum problema de saúde ou uma patologia na família, o indicado é fazer os check-ups anualmente.

Vale lembrar que quanto mais cedo se obtém um diagnóstico de uma doença, maiores são as chances de cura.

Por isso é tão importante que você passe em consulta médica rotineira, mesmo sem ter qualquer sintoma de uma doença. Por exemplo, uma mulher que está com o Papanicolau em dia poderá ficar tranquila quanto ao câncer de colo uterino.

Quais exames devo fazer periodicamente?

Alguns exames periódicos são mais específicos e indicados com base em faixas etárias, sexo e especialidades. Abaixo listamos alguns desses exames para que você possa conhecer melhor e agendar uma consulta com seu médico.

Mulheres: colposcopia, vulvoscopia, papanicolau, ultrassonografia de mamas e transvaginal.

Homens a partir dos 40 anos: dosagem do hormônio PSA e ultrassonografia de próstata.

Homens e mulheres após os 18 anos: devem ter um acompanhamento da dosagem hormonal.

Fumantes: Pessoas que fumam devem efetuar exames com marcadores tumorais, como alfafetoproteína, CEA e CA 19.9 e também fazer espirometria com avaliação de função respiratória, além de eletrocardiograma com prova de esforço e análise de expectoração com pesquisa de células cancerígenas.

Crianças: engana-se quem pensa que só adultos fazem exames de rotina. Já na maternidade é feito o primeiro check-up – o teste do pezinho. Com ele é possível antecipar a existência de algumas doenças importantes e iniciar o tratamento antes mesmo dos sintomas se manifestarem.

O teste do olhinho também é um importante exame do qual a criança deve ser submetida. Ele serve para investigar catarata congênita, glaucoma, cegueira e outros problemas.

Crianças de dois  anos de idade com pais e avós que apresentem problemas cardiovasculares e colesterol devem iniciar também os check-ups.

Já aquelas que não possuírem histórico familiar com doença poderão fazer seus primeiros exames entre 5 e 10 anos de idade.

Adolescentes: com o crescimento rápido, muitos adolescentes costumam apresentar anemia e, por isso, devem ter acompanhamento médico também entre 11 e 18 anos.

Pessoas em geral:

  • Exame de urina
  • Exame de fezes
  • Ureia e creatinina
  • Ácido úrico
  • Glicemia em jejum
  • Hemograma
  • Colesterol total e frações
  • Triglicerídeos
  • TGO/AST e TGP/ALT
  • TSH e T4 livre
  • Fosfatase alcalina
  • Gama-glutamiltransferase (GGT)
  • PCR
  • Raio X de tórax
  • Ultrassom de abdômen total
  • Densitometria óssea

 

O fato é que os exames de rotina são procedimentos fundamentais dentro da medicina capaz de avaliar o estado de saúde de uma pessoa. Portanto é imprescindível que você faça os exames recomendados de acordo com seus hábitos, sintomas e histórico familiar.

A Gema Brazil oferece a você o check-up executivo. Saiba mais no nosso site.


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14/dez/2021

O ano está acabando. E com isso chegam as festas e confraternizações entre família e amigos. Contudo é importantíssimo se ter atenção com a saúde. Principalmente com a saúde vascular. Os banquetes e a ingestão excessiva de álcool podem prejudicar, e muito, o seu coração.

As bebidas alcoólicas, por exemplo, devem ser consumidas com moderação, sempre mantendo uma boa hidratação com água.  A pressão alta pode piorar com o consumo de álcool, por isso, pacientes hipertensos precisam estar ainda mais atentos a esses cuidados.

O hábito de ingerir bebidas alcoólicas em excesso pode causar enrijecimento das artérias, o que facilita a ocorrência de acidente vascular encefálico e infarto agudo do miocárdio, com complicações que podem ser fatais.

Em relação aos banquetes de Natal e réveillon a alternativa é consumir o menos de gordura possível e substituir gorduras ruins por gorduras saudáveis. Como por exemplo usar óleos vegetais, como o de milho e o azeite de oliva.

As castanhas, como as nozes, amêndoas, castanhas de caju e a do Pará, as sementes de linhaça e abóbora, abacate e o peixe são ótimas opções para os pratos de Natal e Ano Novo.

Esses alimentos possuem gorduras que ajudam a aumentar os níveis sanguíneos de HDL – C (colesterol bom) e ajudam a evitar a aterosclerose (acúmulo de gordura na parede das artérias que pode causar obstrução, impedindo a passagem do sangue). Fibras, frutas, verduras, legumes e carnes magras também podem ajudar a compor uma mesa mais saudável.

A adoção de bons hábitos, mesmo durante as festas, é a melhor forma de diminuir a incidência desses problemas e garantir bons momentos com a família e amigos.


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02/dez/2021

Você sabe o que é concierge?
Concierge é um profissional que está pronto para atender as mais diversas demandas de um cliente. Facilitando sua vida e tornando sua experiência mais agradável.

A GEMA HEALTHCARE trouxe para o Brasil o serviço de Gestão de Concierge. Esse serviço faz com que o cliente possa ficar tranquilo em todos os estágios de seu tratamento médico. Desde o agendamento de passagens e hospedagem até as mais complexas cirurgias. Passando por consultas médicas e exames laboratoriais. Um diagnóstico sério de saúde precisa de cuidados especiais.

O concierge especializado em saúde auxilia na busca pelos melhores médicos especialistas, hospitais e laboratórios. Ou seja, assiste o paciente durante todo o processo de seu tratamento. O trabalho realizado por profissionais de conciergeria em saúde proporciona conforto e comodidade. Os concierges resolvem as burocracias para que o paciente possa concentrar seu tempo e energia com aquilo que é realmente importante, sua saúde.

 


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23/nov/2021

Seja uma recomendação de cirurgia, um diagnóstico de câncer ou a suspeita de uma doença rara, há muitos benefícios em pedir uma segunda opinião médica.

As pessoas cometem erros todos os dias é importante lembrarmos que os médicos não estão imunes a esse fato. Além disso, alguns médicos são mais conservadores, enquanto outros tendem a ser mais agressivos em seus diagnósticos. Portanto, suas descobertas e recomendações podem variar drasticamente. Por esse motivo, cada vez mais pacientes estão buscando segundas opiniões ao receberem um diagnóstico.

Seja uma recomendação de cirurgia, um diagnóstico de câncer ou a suspeita de uma doença rara, há muitos benefícios em pedir uma segunda opinião médica. Esses benefícios incluem tudo, desde tranquilidade e confirmação, até um novo diagnóstico ou um plano de tratamento diferente.

Mesmo que a segunda opinião apenas confirme o que você já sabe, ela ainda pode ser benéfica, pois você terá certeza de que fez tudo o que pode para garantir o diagnóstico correto e um plano de tratamento adequado para o seu caso. Uma segunda opinião também pode oferecer informações sobre opções adicionais de tratamento que o primeiro médico pode não ter mencionado. Como resultado, você se torna mais informado sobre o que está disponível para você e pode tomar uma decisão mais assertiva sobre algo de suma importância para a sua vida: a sua saúde.

Quando você deve pedir uma segunda opinião médica?

De acordo com a Resolução CONSU nº 8 e o Código de Ética Médica, as fontes pagadoras, tanto públicas quanto privadas, podem solicitar a segunda opinião, trabalhando com sistemas de auditorias eficientes quando em suspeita de exageros e indicações inadequadas de procedimentos.

O parecer nº 114073 do Cremesp relata que o mecanismo da segunda opinião médica é usual em todo mundo e não é antiética. No Brasil, ainda existe um pouco de preconceito em relação a isso, enquanto em outros países trata-se de algo absolutamente normal. Alguns médicos ainda se sentem ofendidos, acreditando tratar-se de uma desconfiança do paciente.

Mas lembre-se de que você não precisa de justificativa para pedir uma segunda opinião, pois há momentos em que esta pode ser sua melhor decisão.

Além do mais, se os dois médicos com quem você se consultou discordam muito, então pode ser uma boa ideia pedir uma terceira opinião. Tenha em mente também que a segunda opinião não é necessariamente a opinião correta. A chave é continuar buscando até que o diagnóstico e o tratamento façam sentido para você.

Mas para te ajudar, a seguir listamos cinco razões pelas quais você deveria pedir uma segunda opinião médica.

Peça uma segunda opinião se tiver passado por tratamento, mas seus sintomas continuarem.

Ninguém conhece o seu corpo melhor do que você. E se os seus sintomas persistirem mesmo após o tratamento indicado, pode ser hora de procurar o conselho de diferentes médicos e especialistas. Na maioria das vezes, as pessoas lutam por si mesmas. Em vez disso, eles presumem que terão que viver com a dor crônica ou sensações desconfortáveis. Mas lembre-se, a única maneira de você obter um tratamento que funciona é obtendo o diagnóstico correto. Então, se você não está se sentindo melhor e seus sintomas não desaparecem, não se contente com isso. Entre em contato com outros médicos.

Peça uma segunda opinião se for diagnosticado com uma doença rara

Às vezes, as doenças são tão raras que há muito pouca pesquisa sobre elas. Quando isso acontece, pode ser frustrante e assustador descobrir que você foi diagnosticado com algo tão raro. Mas você não está sozinho. Muitas outras pessoas também foram diagnosticadas com este tipo de doença. E pelo fato de haver tão pouca informação disponível sobre essas doenças e distúrbios, é importante fazer sua pesquisa, porque os riscos de erros do diagnóstico são significativos. Procure por médicos e especialistas que já trataram de pacientes com seu distúrbio e obtenha a opinião deles. Você precisa ter certeza de que está recebendo o melhor tratamento possível para sua doença.

Peça uma segunda opinião se o tratamento recomendado é arriscado, envolve cirurgia, é invasivo ou tem consequências ao longo da vida

Nunca é aconselhável concordar com a cirurgia ou outro procedimento invasivo sem explorar suas opções. No entanto, algumas pessoas acham que, se um médico sugere um procedimento, elas precisam concordar com isso de imediato. Mas lembre-se, é o seu corpo e a sua vida que estão em jogo. Você tem absolutamente todo o direito de dizer com quais tratamentos concorda. Como resultado, pode ser aconselhável pedir uma segunda opinião se o seu médico estiver recomendando algo tão sério quanto a cirurgia. Ser proativo e coletar mais informações lhe dará um maior grau de controle sobre o seu tratamento.

Peça uma segunda opinião se for diagnosticado com câncer

Com algo tão sério quanto o câncer, ter a opinião de outro especialista faz todo o sentido. Não só o diagnóstico de câncer pode ser confuso e avassalador, mas também é um evento que muda a vida. Portanto, é importante estar o mais informado possível sobre o seu prognóstico e as possíveis opções de tratamento disponíveis. Tenha em mente que nenhum médico está completamente informado sobre os resultados de cada estudo e ensaio clínico no país. Os médicos são humanos. É por isso que você precisa se precaver. Obter opiniões adicionais apenas melhora a probabilidade de que você vai sair com o melhor plano de tratamento possível.

Peça uma segunda opinião se a sua intuição lhe disser que algo está errado

Se por qualquer razão você não estiver confortável com o diagnóstico ou o tratamento recomendado, peça uma segunda opinião. Você nunca deve concordar com um procedimento ou plano de tratamento quando não se sentir bem com isso. Confie no seu instinto e busque mais informações. Faça perguntas, fale com amigos, procure outro médico. E leia sobre sua condição. Ninguém deve sentir que precisa seguir as ordens do médico sem fazer perguntas e coletar mais informações. Pouquíssimas decisões devem tomadas imediatamente no consultório. Portanto, se algo não lhe parece certo, investigue sua situação e converse com outro médico.

Lembre-se, você não está sendo teimoso e nem está negando a sua situação ao solicitar uma segunda opinião médica. Você está sendo inteligente e cauteloso. Hoje já existem empresas especializadas em segunda opinião médica, que te conectam aos melhores especialistas de todo o mundo, que analisam seu caso e te entregam um relatório completo, sem que você tenha que se deslocar.

Você deve sempre ter um papel ativo em seus cuidados com a saúde, e pedir uma segunda opinião é parte importante desse processo. Portanto, seja honesto com seu médico sobre seu desejo de buscar mais informações. E se ele não te apoiar ou te desencorajar, pode ser hora realmente de buscar um novo profissional.


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14/nov/2021

Na atual situação que vivemos, muitas pessoas acreditam que a sua saúde mental está em risco. Isso porque encontramos alguns desafios em nosso cotidiano causados pelas mudanças devido ao coronavírus.

Além das obrigações rotineiras, há também uma gigantesca carga de informações, muitas vezes conflituosas e desgastantes, dos meios de comunicação, redes sociais etc…

Mesmo em casa não conseguimos descansar a mente completamente. Ela está sempre trabalhando, absorvendo informação e nos forçando a tirar conclusões sobre assuntos que não temos um profundo conhecimento.

Fazer uma pausa e respirar fundo em meio ao caos é importante. Quando não desaceleramos, danificamos a nossa saúde mental.

As pessoas tendem a não prestar atenção nisso porque mesmo quando cultivamos hábitos danosos conseguimos funcionar por um tempo. Porém, ainda não conseguimos desacelerar por nós mesmos.

Mas então como cuidar da saúde mental?

Alguns hábitos podem te ajudar a manter o psicológico saudável.

  • Não passe muito tempo nas redes sociais.
  • Pratique exercícios físicos regularmente.
  • Se afaste de pessoas com pensamentos ruins.
  • Se preocupe mais com você e tente meditar ao menos uma vez ao dia.
    Com esses simples hábitos a sua saúde mental se manterá equilibrada.

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07/nov/2021

Ainda é grande o número de pessoas que vivem na dúvida de como identificar e, também, diferenciar o autismo e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) – e já adiantamos que são, sim, dois transtornos diferentes.

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento comum e diagnosticado mais frequentemente em crianças. Ele é caracterizado pela falta de atenção, por hiperatividade e impulsividade. A idade para o diagnóstico de TDAH geralmente é em torno dos 7 anos. É muito comum também que, no estágio inicial, o TDAH e o TEA (Transtorno do Espectro Autista) sejam confundidos um com o outro.

Isto ocorre porque os sintomas são muito parecidos: problemas para se comunicar e se concentrar, além de ambos afetarem o comportamento, o aprendizado e a socialização. E muitas vezes pode ser realmente difícil enxergar a diferença entre os dois.

O transtorno do espectro autista (TEA) pode variar em gravidade e sintoma. E é bem comum encontrar sinais de TDAH na maior parte das pessoas com TEA. O fato é que apesar de serem parecidos são transtornos distintos.

Qual a diferença entre TDAH e TEA?

Entre as principais diferenças entre a hiperatividade e o autismo, podemos destacar as seguintes:

TEA (Autismo)

1) Problemas de comunicação e interação social

2) Comportamentos restritos e repetitivos

3) Dificuldade de processar e interagir com o mundo (comunicar, formar relacionamentos, explorar, brincar e aprender)

DAH (Hiperatividade)

1) Desatenção

2) Hiperatividade e impulsividade

3) Dificuldade de acompanhar e manter um foco (prestar atenção aos detalhes, organizar tarefas, manter-se quieto e imóvel)

Uma das causas de confusão entre esses transtornos é que os sintomas de TDAH e TEA podem ocorrer ao mesmo tempo. E às vezes o médico pode apontar para apenas um dos distúrbios na criança. Nestes casos, estudos apontam como causa genética a mesma pessoa ter os dois distúrbios. Ainda há estudos e pesquisas sobre o tema para entender a complexidade e a conexão entre o TDAH e o TEA.

Até alguns anos atrás não era possível diagnosticar o TEA em uma criança com TDAH ou vice-versa, mas as pesquisas mais recentes estão mostrando que cada vez mais crianças estão apresentando ambos os distúrbios e que podem compartilhar o mesmo gene raro, sugerindo que médicos testem crianças com TEA para TDAH no momento do primeiro diagnóstico, e vice-versa.

Diagnóstico assertivo

O primeiro passo para ajudar a criança é, sem dúvida, o tratamento adequado de acordo com um diagnóstico correto. Quanto mais cedo a criança iniciar o tratamento adequado, melhores as chances de resposta ao tratamento – além de os resultados ocorrerem em um espaço menor de tempo, também. Nos casos em que a criança recebe um diagnóstico atrasado, ela pode ter sérios transtornos ao longo da vida.

Para um diagnóstico mais assertivo é necessário procurar um especialista em transtorno de comportamento infantil. Outros médicos podem não ter o treinamento adequado para entender completamente os sintomas, deixando escapar alguma informação que pode complicar posteriormente o tratamento.

O gerenciamento e a aplicação das técnicas comportamentais do TDAH ajudarão a criança também a controlar os sintomas do TEA, por isso, o diagnóstico adequado é fundamental. Crianças menores de 6 anos costumam receber tratamento para o TDAH por meio de terapia comportamental. As medicações são prescritas somente as crianças maiores de 6 anos de idade. E nestes casos o médico pode experimentar vários tratamentos antes de encontrar um que de resultado.

Não existe cura para o TDAH ou para o TEA, mas, com o tratamento adequado, muitos dos sintomas podem ser controlados e a criança passa a ter uma melhor qualidade de vida.


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29/out/2021

O risco de AVC (Acidente Vascular Cerebral) pode ser muito maior em pessoas com insônia em comparação com aqueles que não têm problemas para dormir, de acordo com uma pesquisa publicada na revista Stroke, da American Heart Association.

O risco também parece ser muito maior quando a insônia ocorre em pessoas com menos de 40 anos do que os que já passaram dessa idade, disseram os pesquisadores. Eles descobriram que:

A insônia aumentou a probabilidade de internação por AVC em 54% ao longo de quatro anos. A incidência de acidente vascular cerebral foi oito vezes maior entre aqueles diagnosticados com insônia entre 18-34 anos de idade. Após os 35 anos, o risco diminuiu continuamente.

O estudo foi baseado nos registros de saúde selecionados aleatoriamente de mais de 21.000 pessoas com insônia e 64.000 não insones. Os pesquisadores dividiram os participantes – nenhum dos quais tinha um diagnóstico prévio de apoplexia ou apneia do sono – em diferentes tipos de insônia.

Em geral, a insônia incluiu a dificuldade em iniciar ou manter o sono; insônia crônica ou persistente durou de um a seis meses; insônia de recaída foi um retorno de insônia após ser diagnosticado livre de doença por mais de seis meses em qualquer ponto de avaliação durante o estudo de quatro anos; e remissão foi uma mudança de um diagnóstico de insônia para não-insônia no momento posterior.

A insônia pode afetar a saúde cardiovascular por meio de inflamação, aumento da pressão arterial

O mecanismo que liga a insônia ao AVC ainda não é totalmente compreendido, mas evidências mostram que a insônia pode alterar a saúde cardiovascular por meio de inflamação sistêmica, intolerância à glicose, aumento da pressão arterial ou hiperatividade. Alguns fatores comportamentais (por exemplo, atividade física, dieta, uso de álcool e tabagismo) e fatores psicológicos, como o estresse, podem afetar a relação observada.

Como reduzir as chances de sofrer um AVC

1 – Estabeleça horário para dormir e acordar: Ter um horário predeterminado para deitar e acordar é essencial para o funcionamento do ritmo circadiano (relógio biológico) do organismo. É dessa maneira que o corpo começa a ter uma regularidade, reconhecendo o comprimento do dia e, consequentemente, a hora de dormir.

2 – Transforme seu quarto em um santuário do sono: Pessoas insones têm um estado de hiperalerta. Isso significa que dormir do lado de uma rua barulhenta ou em um quarto cheio de estímulos pode prejudicar ainda mais o hábito de dormir. O ideal é fazer do quarto o lugar ideal para o momento de descanso. Vale desde lençóis e cama confortáveis a cortinas blackout ou isolantes de barulho.

3 – Alimente-se corretamente: Ingerir alimentos com cafeína e álcool poucas horas antes de dormir prejudicam a qualidade do sono. É ideal ainda que se evite alimentos de difícil digestão ou em grandes quantidades, porque o processo digestivo pode causar pequenas interrupções no sono. Mas dormir em jejum também é proibido. O hábito pode levar à hipoglicemia no meio da noite, o que interfere na manutenção do sono.

4 – Deixe os ambientes bem iluminados com luz natural: Abrir janelas, iluminar a casa com a luz do dia ou sair à rua ajuda a estimular o centro de alerta do cérebro. Assim, o corpo consegue diferenciar dia e noite – horário de ficar acordado do de dormir. É importante lembrar que apenas uma luz chamada bright light pode ser usada como substituta. A luz artificial, de luminárias e lâmpadas tradicionais, não tem o mesmo efeito.

5 – Medicamentos, só com orientação médica: O uso eventual de remédios para dormir é indicado, mas deve ser feito apenas sob acompanhamento médico. Existe hoje no mercado drogas que são direcionadas para esse uso e que não criam dependência.


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21/out/2021

A dependência alimentar é real e acontece com muitas pessoas. A comida é sua fraqueza? Você é incapaz de controlar seus desejos? Costuma se sentir insatisfeito, apesar de seu estômago estar cheio? Você pode estar sofrendo de dependência de comida.

Sempre ouvimos que tudo na vida deve ser feito com moderação, incluindo a comida que você come. No momento em que essa linha é cruzada, isso se torna perigoso e passa a se assemelhar ao vício em drogas.

Quando uma pessoa consome heroína, seu cérebro torna-se fisiologicamente dependente da droga e seus padrões comportamentais são criados conforme a necessidade de consumo. Isso é o vício: o usuário precisa da heroína tanto de forma biológica quanto comportamental. Quando ele não a obtém, ele a deseja, mesmo que não goste mais e saiba que a droga é ruim para ele. Se a droga é suspensa por tempo suficiente, o viciado experimenta sintomas de abstinência.

Algumas pesquisas nos USA traçaram vários paralelos entre a heroína e a comida. Primeiramente, drogas e comida causam igualmente uma sensação de bem-estar. As drogas percorrem o caminho da ‘recompensa’ no cérebro que foi originalmente criado para a comida, ao longo da evolução.

Por isso, o desejo pelas drogas é uma versão extrema do sentimento de fome e satisfação que vem do ato de comer.

Mas afinal, o que é o vício em comer?

Por mais simples que possa ser, a dependência alimentar é definida como um relacionamento pouco saudável com a comida e, na maioria dos casos, refere-se ao vício em ‘junk food’ (lanches, doces, salgadinhos, etc.). A comida tende a acionar os centros de prazer e recompensa no cérebro. As pessoas que são viciadas em comida experimentaram um aumento da produção de dopamina, que controla o sentimento de prazer e recompensa do cérebro – a dopamina também é produzida no uso de heroína ou cocaína.

Isso faz com que a pessoa queira cada vez mais a comida. Cresce o desejo por alimentos altamente palatáveis, como os ricos em açúcar e gorduras. As recompensas obtidas ao comer esses alimentos ativam os sinais que o cérebro fornece ao sentir-se pleno e satisfeito.

É importante esclarecer que não existe o vício em comida, e sim o vício de comer. Muitos pesquisadores argumentam que, em vez de pensar em certos tipos de alimentos como viciantes, seria mais útil falar de um vício comportamental no processo de comer e na ‘recompensa’ associada a ele.

O termo ‘vício por comer’ enfatiza o componente comportamental, enquanto ‘vício por comida’ parece mais um processo passivo que simplesmente acontece com o indivíduo, o que não é verdade.

Você é viciado em comer?

Embora possa levar muito tempo para que as consequências ocorram fisicamente, você começa a se sentir emocionalmente esgotado. O ganho de peso devido à alimentação excessiva começa a parecer uma consequência aceitável. Esses e outros comportamentos podem indicar que você é viciado em comer.

Ingerir alimentos gordurosos e cheios de açúcar pode causar danos ao coração, o que pode levar a um aumento nos níveis de colesterol e da pressão sanguínea. Ser viciado em comer pode ser mais complicado do que você pensa e difícil de diagnosticar, por isso, fique atendo aos seis sinais descritos abaixo.

1 – Você se entrega compulsivamente a comer demais? O excesso compulsivo é uma forma de mudança comportamental que se mostra fisicamente quando se é viciado em comer. Você fica tão preocupado com o hábito de comer que nem percebe os outros hábitos que desenvolve.

2 – Você come mais e mais apenas para descobrir que não está satisfeito com essa quantidade. Isso começa a sobrecarregar você emocionalmente.

3 – Mesmo depois de se alimentar com a quantidade correta de nutrientes necessários, você continua a querer mais e os desejos atingem um nível perigoso, de uma forma que você não pode controlar sua vontade por mais comida. Especialmente comidas ricas em trigo, açúcar ou gorduras.

4 – Quando você começa a se alimentar, acha difícil parar de comer de tal forma que experimenta uma sensação de estar “cheio” excessivamente no final da refeição.

5 – Quando você se alimenta demais, acaba se sentindo culpado por comer aquela pizza ou aquela sobremesa. Na hora pode parecer normal, mas depois você se questiona e se arrepende muitas vezes. Mesmo assim, a culpa não atrapalha seu desejo por comer mais.

6 – Você se sente envergonhado e esconde seus hábitos pouco saudáveis dos outros. Você se sente consciente do problema e tenta esconder seu comportamento, evitando comer na frente de outra pessoa. E sente-se estressado e desconfortável ao pedir alimentos menos saudáveis quando está com seus colegas.

Diagnosticar o fato de que você é viciado em comer é o primeiro passo para a recuperação. Evite alimentos que ativam o botão de prazer no cérebro. Faça uma lista desses alimentos ‘proibidos’ para se lembrar dos efeitos prejudiciais que eles podem causar em seu corpo e em seu cérebro e, conscientemente, você começará a fazer um esforço para resistir.

Se isso não funcionar, procure ajuda profissional. A dependência alimentar é um problema sério, mas a falta geral de consciência das causas e consequências desse problema dificultam seu diagnóstico e tratamento.


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13/out/2021

São muitos os medos e questionamentos que passam na cabeça de uma mulher quando ela é diagnosticada com câncer de mama. Porém, no meio desse turbilhão de incertezas e receios, existe uma boa notícia, um raio de esperança e alívio.

Um tratamento contra o câncer de mama  promete impedir o avanço da doença. Trata-se do palbociclibe, da farmacêutica Pfizer.

Ele é indicado para tratamento nos casos de câncer mais avançado e que tenha se espalhado por todo o corpo (câncer de mama metastático).

Segundo estatísticas, 30% dos casos de câncer de mama progridem para o estágio metastático.

O palbociclibe é indicado para o seguinte caso específico: mulheres na pós-menopausa com tumores nos seios que são estimulados pelo hormônio feminino estrogênio, mas que não possuem relação com gene HER-2.

Nestes casos a utilização da hormonioterapia (o palbociclibe em conjunto com o letrozol) inibe a ação do estrogênio nas células cancerosas e faz com que o câncer não progrida. Mas isso nos casos de o tumor já ter invadido outros órgãos.

O palbociclibe pode ser administrado oralmente e possui menos reações quando comparado com a quimioterapia.

Este tratamento pode aumentar a qualidade de vida das pacientes, já que a doença traz modificações significativas na rotina das mulheres. Além de, é claro, reduzir o medo da doença ao oferecer uma alternativa menos traumática do que a os tratamentos mais convencionais.

É importante destacar que, com este  tratamento contra câncer de mama avançado, a paciente consegue manter a doença controlada por um período maior, criando um cenário positivo e otimista para as mulheres diagnosticadas com câncer de mama avançado.